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A mostrar mensagens de Abril, 2013

Carpe Diem!

Era o que devia estar a fazer, a aproveitar o presente, todos os momentos, mas nem sempre faço uso da máxima e acabo a arrepender-me.

Ainda vou permitindo que outros me roubem o prazer de disfrutar de mim, do tempo que tenho, hoje e agora, porque o amanhã é demasiado incerto e inseguro para ser planeado.

Carpe diem, vocês todos, aproveiitem, usufruam da vida, do vosso tempo, e vontade. Temos que querer muito.

Mudar de vida, sim!

Procurei, não baixei os braços e acabei a encontrar o emprego ideal que me permitiu mudar para a grande cidade.

A relação de 5 anos chegara ao fim, o Pedro Henrique era um ditador moderno, filho de famílias abastadas, mas que mesmo assim se esfolava por uma carreira bem sucedida em consultadoria, e que ainda acreditava não precisar a mulher de trabalhar para se sustentar, eu tinha tentado, em vão, submeter-me aos seus padrões.

- Meu amor não precisas de trabalhar tanto.
- Vai-te catar Pedro.
- Sabes que não gosto que me fales assim.
- Yeah right! Tu és demasiado século passado para o meu gosto.

Após alguns "gritos", acabei a desenvencilhar-me de alguém que já parecia mais meu pai, e a quem jamais iria querer para partilhar o resto dos meus dias.

A nova empresa ajudou imenso na escolha da casa, e em menos de uma semana estava instalada, debatendo-me apenas com o lugar dos móveis que adquirira com um prazer acrescido. Tudo o que tinha agora era meu, e estava no meu espaço.

V…

10,000!

     Obrigada a todos, encontro-vos dentro de 10,000 mais.

Já nem ouvi mais...

Mal me disseste que afinal existia outra pessoa na tua vida, fiquei em choque, não era nada que não esperasse, mas ouvi-lo de ti assim, com toda a frieza, olhando-me e forçando-me a aceitar uma realidade que não desejei, quase me fez desmoronar.

- Julgo que já o sentias, e há coisas que não podemos evitar, espero que compreendas.

Sim, eu sei disso, no entanto o que me fez ficar mal, não foi a revelação, foi o tempo que te devotei em vão. Estive demasiados dias, meses e anos a cuidar de ti, a fazer apenas o que te deixava feliz, a evitar que te aborrecesses, a anular-me uma e outra vez, e para quê? Para perceber que o que o meu interior me dizia tantas vezes, afinal era real.

Tu nunca te empenhaste o suficiente, tomaste-me por garantida, atribuíste-me um papel que não pedi, mas que mantive, porque era o que todos esperavam de mim, até eu mesma. Julgava-me demasiado exigente, uma eterna insatisfeita, mas agora enquanto te olho, altivo, determinado, seguro dos teus sentimentos, não poss…

Mais um dia...

Mais um dia sem ti, já não sei bem se é penoso, se me habituei, ou se sobrevivo dentro de uma bolha, que me afasta da realidade...

Fiz a minha caminhada, alheada de tudo, vendo sem perceber muito bem quem e o quê, reagi mecanicamente aos meus passos, aos exercício  que fiz no parque, e acabei a regressar a casa, sem me recordar do percurso.

Tive alguma sensação de prazer, pus o corpo em movimento, o sol brilhou o tempo todo, e nem me cheguei a sentir cansada.

Não gosto de muitos dias de ócio, não quero ficar demasiado tempo sem produzir, mata-me as células do cérebro, deixa-me estranha e alonga-me os dias, já de si, demasiado grandes, enquanto te espero.

Foi apenas mais um dia...

500 artigos!

Faz 1 ano que comecei esta maratona de prazer, de partilha, entrega e de muitas descobertas.

500 artigos depois estou mais confiante, capaz de teclar vezes sem conta, todos os sentimentos que são meus e de todos os que amam, sonham, desejam e procuram tal como eu.

A minha capacidade de usar as palavras, por vezes assusta-me, e afasta-me de pessoas que até poderiam vir a acrescentar algo na minha vida, mas como tenho pavor aos silêncios, à incapacidade de verbalizar sensações, desejos, não vou querer, nunca mais, ao meu lado, um homem que não me acompanhe, que não se permita falar até que a voz, ou as palavra se esgotem.

1 ano depois sei muito mais sobre quem sou e o que desejo para mim, para o meu percurso. Vou esperar que 500 artigos depois, os meus sonhos se solidifiquem, e que tu, quem quer que sejas, entres na minha vida e me consigas dar tanto prazer quanto eu estou disposta a dar-te.

Parabéns a mim!

Já decidiste?

Já decidiste? Disseste que sim, que já não querias mais, que juntos não estávamos a funcionar, que te sentias sufocar e que querias parar. Não te posso reter, não tenho esse direito, mas sinto-me no meio de uma tempestade, onde chove demasiado e não tenho onde me refugiar.

Nunca chorei à tua frente, e a última coisa que pretendo é que te sintas responsável pela minha felicidade, ou pela falta dela. Se não estás por inteiro no "nós", então também concordo, é melhor parar, desistir, mas cuidado, não vais ter segunda chance, quando fechares a porta por trás de ti, ela não se voltará a abrir, e nem sequer se trata de orgulho ferido, é mesmo sério. Estás a pensar em ti agora, por isso não terei também eu que te trazer de volta, caso entendas que erraste, e que afinal é comigo que a tua vida faz sentido.

Dependi de ti demasiados anos, mas sei viver e sobreviver sozinha, sem amarguras, apenas com pena, pena de todos os momentos que criámos juntos e que julguei que conseguiríamos fa…

Divórcio, e depois?

Divórcio e depois? O que se faz quando a vida nos finta, os alicerces se desmoronam, as rotinas se embrulham, e tudo porque terminou a nossa relação?

Sem amor nada se suporta, as mais pequenas coisas, transformam-se em problemas giganormes, cansamos-nos do outro, de nós, de tudo, e a melhor solução nesta altura é mudar, sair, recomeçar, mas e se não houver como, e se tivermos que voltar ao ninho, à base? Aí sim, tudo se complica.

Tudo fiz para sair a.s.a.p. de casa dos papás, mamã e padrasto, duas pessoas fantásticas, mas que ficam lindamente longe de mim, e da minha filhota, ficariam, se eu tivesse como...

Voltei para a casa que assistiu a todas as minhas fases, sobretudo as menos boas, a adolescência cheia de dúvidas, borbulhas e namorados que não me aprovavam. Voltei à sensação de ter que prestar contas, de não poder usufruir de momentos só meus, de ter que ser mais verbal, tal como a minha adorada mãe, que nunca se inibe de falar sobre tudo, sobre ela, sobre o mundo, acordando son…

Deixei que me tivesses...

Fomos falando, de nós, das nossas carências e acabámos a perceber que já há muito não tínhamos ninguém e que o sexo, ou falta dele, nos estava a enlouquecer, a ambos.

Convidaste-me diversas vezes, salientando sempre que seria apenas e só carne, corpo, mas eu fui recusando e ainda o fiz uma e outra vez, até que finalmente cedi e permiti-me ir ter contigo. Não foi tão estranho quanto esperava, o teu toque e os teus beijos, não me inibiram ou afastaram, gostei de me sentir abraçada, há quanto tempo já não tinha contacto físico.

Levaste-me ao colo até ao quarto, suspeito que foi para me impedires de recuar, deitada na cama fechei os olhos enquanto me despiste, foste meigo, sabias exactamente como te comportar para não me assustares. Nas nossas conversas já tinhas prometido, que a acontecer, tomarias as rédeas, e me levarias ao céu. Cumpriste, e conseguiste que não me arrependesse, mesmo quando achei que não deveria estar ali, que o teu espaço não me incluía. Abstraí-me, entreguei-me e vo…

No divã!

O que será que eu diria a psicólogo numa sessão de análise, bem deitadinha no divã? Iria certamente deixá-lo demasiado confuso, a julgar que estava perante mais do que uma mulher, ou serão duas, quem sabe três...

Há dias, tal como o de hoje, em que me sinto fora do meu corpo, como que a desempenhar um papel que não me assenta, mas no qual terei que dizer o que se espera de mim. Há dias em que quero ser vista de outra forma e com outro corpo que não o meu. Há dias em que me cansa fingir e sorrir. dias em que disponibilizar-me, parecendo tranquila e gentil me deixa num estado de exaustão extrema, porque na verdade consigo transformar-me num enorme vulcão, prestes a entrar em erupção.
Há dias, como o de hoje, em que arranjo alguns pedaços de tempo, para não ter que provar nada, para apenas me sentir, para não colocar máscaras, mas assim mesmo, fico sem saber exactamente quem sou, o que quero, porque sinto assim ou assado. Há dias em que me apetecia apenas não estar, não parecer e não se…

Não aguento muito mais...

Não aguento muito mais a saudade, o desejo de estar contigo, de passar para a realidade o que me canso de sonhar, faz com que não aguente mais. Não consigo mais esperar para te ver, para sentir os teus olhos nos meus, rever as tuas gargalhadas, sentir o teu cheiro. Meu Deus nunca pensei que amar doesse tanto, que me fosses fazer tanta falta, que todo o meu corpo e essência não fizessem sentido sem o teu.

Hoje sinto vontade de gritar, de me encolher a um canto e chorar até que a alma e as lágrimas se sequem. Não vou aguentar isto muito mais, sinto falta de ti e sinto-me enlouquecer, não sei o que vou fazer ao que sinto, à forma como te sinto, preciso que me ajudes, que me permitas voltar a ser eu outra vez, por favor, vem, toca-me, ama-me, enche-me de ti, beija-me até que os meus lábios sequem, que os sinta doer, entra em mim, por favor, estou à tua espera, sou Mulher, a tua Mulher e preciso de ti, dentro de mim, as minhas entranhas têm sede de ti, e pedem-me que te peça, que te implor…

Se a vida fosse uma canção!

Se a vida fosse uma canção, então eu estaria sempre em alta, porque a canção da minha vida é melodiosa, sensual, viva, com muito sentimento e palavras que mexem comigo...

Na minha vida estariam apenas sentimentos que fazem o meu corpo estar alerta, refrões que me apetece repetir e acompanhar, sons que mexem com cada pedacinho do meu corpo,e me deixam alerta...

Se a vida fosse uma canção, eu nunca estaria triste ou para baixo. Conseguiria sorrir bem mais vezes, desejar o que escondo, mas que as canções sempre trazem para cima.

Tantas vezes me revejo nas letras, encontro lugares comuns, me deixo envolver, e acabo a acreditar que se alguém as canta assim, então ainda poderá ser possível, ainda irei lá chegar, ao lugar onde sei que tu estarás, e dançarás comigo!

Olha-me...

Fiquei, nem sei quanto tempo na esplanada, o não é de todo o meu hábito, mas o livro estava a saber-me tão bem, e o batido ainda mais.

A Ana decidira fazer as compras antes de se juntar a mim, e eu acabei a fazer "sala", sentindo o sol que me banhava as coxas, e aquecia por dentro.


De repente a minha nuca começou a sentir-se incomodada, sentia que alguém me fixava, resisti o tempo que consegui, mas depois, fui forçada a voltar-me e a olhar quem me olhava.

Sorriu-me como se já o esperasse, tirei os óculos e fixei o olhar nele para lhe mostrar que não me intimidava, mas eis que se levantou e se dirigiu decidido até à minha mesa, puxou uma cadeira e sem nunca me olhar, sentou-se bem ao meu lado.

- Não me lembro de o ter convidado.
- Não precisava, convidei-me eu.
- É sempre assim?
- Assim é o quê, decidido, determinado?
- É isso que lhe chama? Para mim é mais do tipo convencido, insolente.
- Não seja arisca nem mazinha, afinal de contas acabámos a conversar. Posso pagar-lhe um…

Dizer e pronto...

O que é que custa dizermos o que queremos e sentimos, se ajuda o outro a perceber, a entender-nos, se nos escusa às dúvidas, aos mal entendidos?

Usem as palavras, elas são poderosas e mudam mundos e estados de espírito.

Se é Não, então que seja, o mais cedo possível, a treta do "não a quero magoar", já não cola, porque depois acaba-se a sofrer bem mais.

Se é Sim, que não seja, Nim, baralha tudo e a todos e não tem efeitos práticos.

Coragem, homens  e mulheres, falem, rebusquem lá bem de dentro de vocês a capacidade de dar ao outro o respeito que merece.

Eu continuo a preferir uma conversa clara e imediata, ao arrastar de indecisões, é que para isso não há paciência, please!

HOMENS!

Seres estranhos, sim vocês!

Não consigo entender-vos, pelos menos os que atravessam o meu caminho, cada dia mais sensíveis, inseguros, a quererem o que acham ser deles por direito, só porque sim, e reagindo mal ao facto de terem que "trabalhar", muito, para conseguirem o que desejam de uma MULHER, sim, porque para se ter Mulher com M grande, há que trabalhar, mexer o rabo, não ficar sentado a usar palavras vagas, ocas, sem sentido, ou tiradas de sites duvidosos, porque para as outras...

Nós não queremos frases feitas, nem desejos sexuais que parecem ter saído de filmes de quinta categoria, pleaaaaase!!

. Como gostas mais?
. Qual a tua fantasia?
. O que tens vestido?

REALLY??

Se vocês fossem um computador, pedia uma actualização, assim sendo, há que continuar, pacientemente, à espera de um, bastava-me um, que valha à pena. Não quero é ficar à espera para sempre, se não for pedir muito!


Rejeição...

Tentámos, uma e outra vez, mas os finais foram sempre iguais, acabámos separados, magoados, doridos...

Como se curam corações despedaçados? Como se recomeça, se sai inteiro?

Nos inícios, em todos eles, a vontade que tínhamos de nós parecia superar todas as incompatibilidades e incapacidades de nos mantermos de acordo, de olharmos para o mesmo lado, ao mesmo tempo.

O amor que conseguíamos fazer, era e foi sempre tão intenso, nunca nos saciávamos e descobríamos, uma e outra forma de nos darmos, sentirmos, querermos... mas no resto, em tudo o resto...

O cansaço apoderou-se de mim, desta vez, desisti de tanto por ti, para nos acertarmos, para conseguirmos sobreviver ao dia seguinte, que acabei a esgotar-me.

Vou recordar e lamentar o amor que não voltará a ser feito, mas por ora a rejeição, de ambos, fez-nos parar.

Terminamos por aqui, desistimos de nos magoar, voltamos a ser apenas um e cada um, no seu próprio espaço e lugar.

Estou de volta a mim, mais uma vez!


Não posso ir!

Estou às escuras, lá fora a vida corre, como sempre, barulhenta, movimentada, mas cá dentro, no chão da minha sala vazia, sem vida, sem ti, tento decidir e pensar no que fazer.

- Preciso que vás comigo, meu amor serão apenas 3 anos, estaremos juntos, mais do que nunca. De lá também poderás escrever e voltar a Portugal quantas vezes a editora te pedir e necessitar, o que dizes?

Eu ficara muda, de medo, de incredulidade, nada jamais me prepararia para uma decisão assim tão difícil. Nunca, por nenhum minuto, eu duvidara do que sentia por ti, mas agora, logo agora que toda a minha vida profissional se consolidara, agora que terminara a reconstrução da casa onde me sentia viva, na qual tudo se encaixava e fazia sentido, até mesmo tu, logo agora pedias-me que te seguisse e te provasse o quanto te amava.

- Artur, não sei o que te diga, estou...
- Diz que sim, não me deixes sozinho, sem ti, já não concebo a vida sem que estejas nela, por favor Marta.

As lágrimas rolam teimosas, não consigo se…

Dia cheio...

Este quase que já passou, eles esfumam-se, os nossos dias, sobretudo quando estamos de bem connosco e fazemos algo, produzimos, construímos.

Gosto de ter tempo para mim, de fazer tudo o que ponho na lista, de os fazer mais longos, de me sentir completa, mais eu!

Estou viva, sinto-me viva, quero ir até onde me propus e sei que vou chegar, ohhh yes I am!

Mais uma semana e muitas outras que virão, cheias de conquistas, esperem e verão.

Cartas para Julieta!

Amar deveria ser sempre assim, momentos que perduram pelas nossos vidas, pedaços que se ausentam por vezes, em gavetas mal fechadas, mas chega um dia em que a coragem se deverá apoderar de nós e acabamos a viver o que o destino nos reservou.

Eu quero sentir um amor assim, mas não o quero esperar demasiado tempo. Quero ter alguém que respire, sinta e sonhe comigo, o tempo todo. Quero o lado suave, seguro e feliz da minha jornada na terra, nesta vida e em todas as outras.

Por um amor assim, eu também seria capaz de mudar de continente, de vida, de cores. Por um amor assim, o meu sol jamais teria dias cinzentos, nem nunca andaria escondido. Por um amor assim, eu prometo que seria uma outra mulher. Eu seria A mulher!

Eu no meu tempo!

Estou no meio da multidão, mas não vejo ninguém, não oiço sons, nada me atravessa ou chega até mim.

Quando me sinto assim, oiço-me apenas a mim mesma, a vida é uma viagem que me ensina o que preciso de saber, comigo jamais estarei só, sei que encontrarei a força que necessito para recomeçar de cada vez que me deixas assim, de cada vez que não me incluis, sempre que não te assumes e foges até de ti mesmo.

Caminho surda, e a chuva começa a escorrer pelos meus seios, até os sentir na barriga que retraio num exercício inconsciente. Começo a arrefecer, sobretudo por dentro, e os arrepios fazem-me acordar de mim mesma. É a minha voz que devo ouvir, sempre, porque eu sou muito mais do que me fizeste ou imaginaste, porque eu vou continuar a seguir em frente, a caminhar mesmo que os passos se retraiam.

Já deixei de acreditar em ti, de te esperar, mas o meu coração ainda não o reconheceu, no entanto espero ansiosa pelo dia em que a tua face será apenas uma memória. As lágrimas irão parar de co…

Chegas mesmo?

É sol, é sol, é sol é sol...

Caramba, estou ansiosa, quase a enlouquecer, pálida de tanto te esperar. Não sei como se vive sem ti, em países onde raramente espreitas, eu tinha uma coisinha má!

Vou dançar, vou caminhar, sorrir para mim e para todos os outros, vou cantar mais alto, acordar  rejuvenescida, vou olhar para as cores de forma diferente.

Please come, queremos ser mais felizes!

Luana!

Bonita, alta, altiva, cabelos longos e olhos expressivos, fazia virar cabeças, não deixava ninguém indiferente!

Estava a morar na rua pela qual se apaixonara mal a vira, no mesmo minuto em que olhara as varandas verdes, cheias de flores e de cheiros que lhe pareciam surpreendentemente familiares.

Com o novo emprego, decidira fazer e começar tudo de novo, apenas ir onde lhe apetecesse e retomar todos os sonhos e desejos que deixara por satisfazer.

Imaginara-se a viver num apartamento virado para o rio, com um terraço soalheiro, chão de madeira com cheiro a antigo. Ansiava pelo prazer de a decorar e mobilar, pintar paredes e pendurar os seus próprios quadros e fotografias.

Agora tinha um espaço totalmente seu, no qual só deixaria entrar quem o seu coração reconhecesse, mas até lá seria apenas ela, as noites com chocolate quente, filmes que a fariam chorar baba e ranho, toneladas de livros cujo desejo de leitura há muito fora adiando.

No trabalho achavam-na enigmática, demasiado bonita …

A Mulher quer...

A Mulher quer um homem que a preencha, acompanhe, cuide, ame, olhe e admire...

Complicado? Difícil? NÃO, de todo! É possível e atingível. Se existem Mulheres capazes de o fazer e ser, porque não Homens?

Andamos todos um pouco carentes, sequiosos de palavras que façam a diferença, que nos deixem a querer incluir alguém nas nossas rotinas, Homens e Mulheres. Viver só, caminhar sem ter com quem, pode ser bom durante algum tempo, mas curto, porque a vida exige-nos o melhor, para nos proporcionar muito mais.

A Mulher quer, um homem forte, determinado, sensível q.b. e que entenda de tudo e de pequenos nadas. Alguém confiável, amável, generoso, de coração aberto e mente viajada.

Quando encontrar um assim, espero que ainda antes dos 60, aí estarei disposta e disponível. Ready.

A Mulher quer a melhor metade da laranja!



Great songs!

They can change our life!

That´s what I feel, great songs are the ones that touch me in a certain period. I listen to them, and everything makes sense, my inside turns, my emotions come to life.

Whenever a new one come to me, a new me pops in!

Sometimes I feel and see me more powerful, as if a new drug was put into my veins. I picture myself anywhere, capable of no matter what.

I´m defined for what I listen, and the songs of my life will keep on bringing me up, bless them all!

Feelings and Life...

Porque me sinto assim por vezes, como se não fizesse parte deste corpo, como se os meus sentimentos me levassem a flutuar, a estar para além de mim mesma?

Não consigo definir, talvez seja inquietude, ou simplesmente falta de quem esteja do outro lado e faça os meus esforços valerem a pena. Talvez seja o meu crescimento pessoal e afetivo. Estou mais determinada, vou à luta, procuro, mas na verdade nem sempre encontro,ou melhor, ainda não encontrei alguém para o meu percurso, alguém a quem vá querer "now and forever".

Deverei procurar, ou simplesmente esperar? É que tudo o que me "surge" está muuuuuuito abaixo da fasquia que criei e que continua a crescer, ohh se está.

Men!! Do pior nestes dias, tão básicos, infantis, inseguros, carentes, não há paciência... não tenho paciência e acabo a reduzir, em muito, as possibilidades. Well, buzz them off!!!

Calor...

O que é que não se faz com bom tempo?




Faz-se e sente-se tuuuudo. Com dias maiores, de sol, céu limpo, até o ânimo se agiganta, fico com vontade de sair, ver gente, ter tempo para mim e para quem amo!

As nuvens ainda nos rodeiam, mas o sol consegue aquecer até a alma. Quero um fim-de-semana cheio de calor, alma...

Vamos lá gente, amar, caminhar, pensar positivo, chegar mais longe, ir e querer para lá dos sonhos!

Sunny mood!!

Tempos e momentos!

A nossa relação já tem dois anos, parece que passou a correr, mas na verdade todos os dias serviram para sabermos um pouco mais um do outro. Agora já não fazemos amor sofregamente, ansiosos, agora gozamos todos os segundos que antecedem o que nos deixa saciados e com mais vontade de nós. Agora consigo resistir a todas as tuas carícias, que prolongas para me enlouquecer, para que eu fique com mais vontade de ti. Agora também eu já me prolongo em todos os pedaços do teu corpo, seguindo os teus movimentos, sugando-te, sentindo-te...

É tão bom quando duas pessoas se aprendem a conhecer e a gostar, quando olham e conseguem ver para além do que se diz, do que se mostra.

Hoje, nos teus braços, enquanto dançamos uma música suave, sinto as tuas mãos que me afagam e procuram todas as curvas do meu corpo. Os nossos movimentos ritmados, os olhos que cerro para manter estes momentos aqui, agora, os cabelos que que te afago, enquanto te sussurro que és tu o homem que quero, o único que me consegue…

Met you!

Conheci-te, finalmente!

Como foi? Diferente do que esperava. Não me inibi, senti-me confortável, falámos e rimos imenso os dois.

Tens uma boca que me deixou com vontade de te beijar uma e outra vez. Olhei-a e memorizei os contornos, resisti a pedir-te que tocasses os meus, e fiquei a tentar perceber qual seria o teu sabor, de que forma beijarias, e se eu iria gostar...

Sei que me avaliaste de alto a baixo, quando te chegaste a mim paraste e olhaste-me bem dentro dos olhos, quiseste ver-me tremer, mas eu aguentei, firme. Fiquei orgulhosa de mim.

Marcámos novo encontro, desta vez na tua casa. Estou certa de que estaremos ambos a imaginar como nos iremos tocar, porque sei que nenhum de nós resistirá. Já te sonhava faz tempo, agora és real e eu vou usufruir bem de ti, ter-te por inteiro!

Correr...correr...

Não fosse já o adiantado da hora, e eu disparava a correr, muito, com toda a força que tenho dentro de mim. Exorcizava os meus medos e os desesperos, todos os cansaços e estados de alma!

Estou certa de que a chuva se iria misturar com as minhas lágrimas, não seriam de dor, mas de vontade de correr e chegar depressa até onde me propus. Até a ti por exemplo.

Correr e ouvir as músicas que mexem comigo, que me fazem aguentar tudo o que ainda não tenho, mas quero, desejo e sonho ter. Correr, comigo na dianteira, mas não de mim. Correr por saber que teria para quem e começando do ponto certo para poder chegar mais depressa.

Hoje apetecia-me correr, muito, até que toda eu saísse, inteira. Correr até que me desgastasse, e depois sim, depois recolheria para me reencontrar e permitir respirar.

Para ti!

Não me tens, mas podes-me ver, assim, aqui, para ti!



Dias como o de hoje!

Dias como o de hoje! Custa tanto esperar, e na maioria das vezes, pelo que nunca chegará. Eu sei-o, sinto-o, mas recuso acreditar, aceitar...,

Alguns dias até que correm suaves, normais, mas vêm outros, tais como o de hoje, em que a falta de ti quase me enlouquece.

Preciso tanto de te voltar a ter, de te ouvir perguntar se gosto de ti, se me fazes feliz. Consigo ainda recordar os teus suspiros e desabafos. Estive sempre aqui para quando te decidisses a ficar, mas foste sempre exímio em fugir, em pedir-me que te amasse, "no matter what" e esperasse que estivesses pronto.

Não desisti, todo o meu ser se recusa, mas a razão grita-me alto que tenho mais para dar, e que mereço sentir-me viva, desejada, mereço que estejam à minha espera e que a porta se abra com alguém dentro.

Amar-te foi o que a vida me trouxe, não o esperei, mas tive-te, agora gostaria que ela me continuasse a ouvir, que me permitisse ter-te na minha cama, acordar e adormecer contigo, tocar-te e beijar-te sempre …

Qual o tamanho certo?

Os atributos femininos são sempre muito discutidos. Os seios, ok, as mamas, para falar bom português!



Há-os de todos os tamanhos e para todos os gostos, claro está. No entanto, são sempre objecto de muito desejo e a dor de cabeça de muitas mulheres.

Com a cirurgia estética mudam-se agora imperfeições, danos, desgostos, aumenta-se e diminui-se. Faz-se tudo o que permita serem carregadas com orgulho e prazer.

Seios bonitos tornam até a roupa mais interessante, mais sensual e feminina. Eu gosto dos meus e até gosto de apreciar alguns, pois se nós mulheres gostamos de ver...


Kisses and Smiles!

Gosto de gente bem-diposta, de bem consigo, com os outros, com a vida. Abomino quem reclama de tudo, até de si própria!

Nada como beijos e sorrisos para acalmar corações, para trazer o sol às nossas vidas, sobretudo os beijos, bem dados, com emoção, com entrega.

Já os sorrisos, bem, esses mudam vidas, percursos, dias. Tornam tudo mais fácil e natural. Eu sorrio muitas vezes, para muita gente, acredito que consigo até acalmar dias cinzentos. Acredito que fico mais jovem, mais bonita, mais disponível até para mim, sobretudo para mim.

Lot´s of kisses and smiles for the week!