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A mostrar mensagens de Novembro, 2013

CARAMBA!

De repente vem tudo aos trambolhões cair aos meus pés. Será que estarei a ser testada? É suposto agora saber como escolher?

"Cuidado com o que pedes..."

Eu sei que é assim que funciona, mas tal como quando a montra está cheia, e os olhos se entusiasmam e giram em torno de tudo o que aparentemente será bom, mas apenas servirá para nos baralhar, assim será tudo o resto na vida, muita escolha, mais trabalho, mais cuidado, mais riscos.

Estou decididamente na vida adulta, é agora, neste momento, que tudo começará a acontecer, e eu poderei saber-me, ir atrás. Sabe bem, mas assusta na mesma proporção, vamos ver como me saio desta!

New directions!

Vontade de mudar, de ir para novas direcções, ver e ser diferente, reencontrar-me...



A mente está aberta, pronta, determinada. O que me falta? Escolher bem, aceitar.

Existem alturas na vida, em que apenas imaginamos, em que sonhamos percursos, mas outras chegarão em que ou fazemos acontecer, ou nos mantemos adoermecidos, resignados, e eu recuso-me a cruzar os braços e a desistir de mim.

Já tenho novas direcções, agora resta-me segui-las!

Eu prometo!

Eu sei que consigo e quero dar-te tudo o que necessitas. O meu amor terá que ser capaz de te encher na íntegra, chegar até à lua e às estrelas, estar sempre do teu lado, pelo melhor e pelo pior, porque amar-te é mesmo o que sei fazer melhor!

Asseguro-te que sou eu, sou a que precisas para te sentires completo, para que por dentro, possas apenas e só saber o que sou para ti.

Não vou querer que perguntes, em qualquer altura, o que significas para mim, o quanto te amo, e se resistirei a todos os bateres de coração que ainda desejo sentir por ti e contigo, porque vou querer que saibas as respostas, que te sintas confiante e seguro.

Eu prometo, que estarei sempre aqui, que tudo o que sou te pertence e que apenas tu poderás manter-me assim, a amar-te até que algo ou alguém mais forte do que nós nos consiga separar!

Querem-nos, desejam-nos...

E pronto!


Temos que aceitar, deixar, permitir? Não me parece, temos que querer quem nos quer, desejar bem mais quem parece sentir-nos com a alma...

O mais chato de estar sozinha, é o ter que "ouvir" as conversas moles, as pseudo-tangas, os blá blá, blá que supostamente parecerão interessantes a alguém. Ok, não vou ser totalmente má, há que começar o processo por algum lado, mas pelo amor da Santa, diversifiquem, sejam mais originais, please, não quero morrer sozinha!

Não digas...

Só e apenas o que achas que eu quero ouvir, porque não me conheces, de todo!



Não uses palavras em vão, não me cries expectativas, não atires para o Universo a responsabilidade de me fazer feliz, esperando pelo que não tem como chegar.

"Amo-te", "quero-te", "és o que sempre esperei para mim". Lindo, mas muito blá blá blá para mim, agora, e se queres saber porque o sinto assim, basta que te diga que quem ama cuida, procura, busca nos confins do mundo se preciso for, se na realidade o amor que diz sentir for assim, grande, intenso, real.

Existem sim, palavras que mudam tudo à sua passagem e quem sabe um dia não esbarro com alguém que as sabe verdadeiramente usar e sentir, até lá, e porque sou a mulher dos sons em forma de letras, cuidado com o que me dizes, porque se soar a falso, morreste!

Projectos emocionais!

- Quanto tempo vais estar fora?
- Não sei minha querida, o que eu necessitar para que este livro se feche de vez.
- Não estás a por demasiado de ti nele?
- Isso é ponto assente, pus-me lá dentro de tal forma, que para tirar nem que seja um pezinho, me enrolo e enrolo...

A saída de cena do Manuel, da sua vida e da sua rotina, estava a baralhar-lhe o relógio emocional. Tudo se desencaixara, as longas noites em que faziam de tudo e aproveitavam os nadas que os completavam. Os mimos de cada vez que trocavam mensagens. Os telefonemas que se prolongavam quando o trabalho os separava por continentes...

- Ainda estás a sofrer?
- Não sei o que te diga, se estou a sofrer ou a morrer por dentro.

O que se faz aos projectos que se criaram em conjunto? Para onde vai o que se delineou, sonhou, e que até se começaram? Como se aceita o distanciamento que se criou em pensamento, vontade, pele e desejo? Acho que se morre um pouco. Todos os dias um pouco mais.

Eu sei que terminar o livro será fechar amb…

Timings!

Por vezes não são os melhores, não se misturam e rumam para lugares e espaços diferentes!



Cada dia nos trás pedaços que permanecem, que nos modificam à sua passagem, ou que simplesmente se esfumam sem rasto, parecendo rostos sem gente dentro.

Mesmo que eu queira, deseje, lute para que todos os dias que agora me empurram de mansinho, mas determinados para o meu único caminho sejam sempre cheios de ti e contigo, nem sempre sou bem sucedida.

Hoje deixei-me conduzir pelo meu carro, alheia a tudo à minha passagem, qual sonâmbula, passei todo o tempo a reviver o pouco que já vivi contigo, porque me parece sempre pouco, e o muito que anseio por  o ainda ter. O dia foi demasiado vazio de ti, não te senti o sabor, não consegui imaginar o teu toque, e invejei todos que te partilharam, que te viram realmente, que te "roubaram" de mim, cada segundo, que me permitiria sobreviver mais forte ainda.

Hoje os nossos timings diluíram-se, caminharam de costas e eu odiei a sensação!

Deep inside...

We sometimes spend days, weeks and years, hiding ourselves from the world, from what we are really capable of doing, and we end up with that empty feeling of not being enough!

One of my dreams, maybe the deepest one, was put aside, left in a drawer I never dared to open.

Singing! I believe my voice could take me so far, beyond where dreams rest, I know that whenever music enters my heart and soul, I become capable of changing the world, of  opening my wings and simply flying away, never to get tired.

I know now, deep inside, that I should have fought for me, for what would bring me the ultimate pleasure, I could have been greater, better, happier. Maybe I will have  a"tomorrow", because if I can dream it, I can surely do it!

Tudo gira em torno de ti!

Tudo gira em torno de ti, porque os meus dias, agora, giram sempre em torno das mensagens que envias, das vezes que me ligas apenas para me dizeres que me amas, que me queres na tua vida, e eu devolvo-te a intensidade, o desejo, e permito-me sonhar com o ter-te, sempre!

De onde nascem estas emoções, como surgem assim, do nada, ou talvez de um lugar que desconhecíamos e que aguardava apenas por um passo nosso na direcção do outro? O que sinto por ti e como o sinto, cresce a cada dia, a cada segundo, a cada palavra que proferes e como o sabes fazer, tão bem.

Incrível a forma como te encaixas no meu perfil de homem ideal, e engraçado como o ainda não tinha analisado até hoje. Tens TUDO o que pedi, consegues ser o que imagino, o que entendo por certo na pessoa que escolhemos para o nosso percurso de vida. Quero-te tanto que chego a ter medo de mim, de me desiludir, de não estar à altura e de te perder...

Revolucionaste tudo à tua passagem, agora vamos ver para onde caminhará a "tempe…

Finalmente!

Finalmente chegou quem te tirou do lugar onde, há demasiados anos, te permiti ficar. Tive de tudo contigo, palavras que me sugavam para um remoinho de sentimentos que não conseguia explicar e ausências que me magoavam mais do que a chuva fria num corpo cansado de tanto te esperar. Contigo tive o meu regresso à vida que planeara mas deixara adiar. Contigo tive um amor que apenas existia de um lado, do meu.

O teu olhar irá acompanhar-me sempre, até o teu desconforto e incapacidade de me tomares com toda a ansiedade que espelhavas. Não estavas pronto para o muito que te poderia ter dado e fugiste, correste para a segurança que sempre representam as relações que matámos, que nos permitem fechar a porta atrás de nós e percorrer os caminhos seguros sem olhar para trás. Disseste que eu era demasiado perfeita e fui-o sim, até mesmo para mim, sobretudo porque desisti do que julgava ser a relação que me servia, não te cobrando e deixando-te decidir. Mas quando já acreditava que teria que te man…

Também é preciso...

Sairmos das nossas capas de profissionais e passarmos a ser pessoas, indivíduos com gostos particulares, com risos mais abertos, descobrindo-nos e aligeirando as rotinas, faz muito bem!

Estamos com imeeeeenso trabalho na empresa, quase enlouquecidos e afogados em leis, legislações, não-conformidades e enormidades de procedimentos que têm que ser seguidos, e este bocado, em que juntos pudemos falar de apenas nós, foi giro e serviu para estreitar laços.

O jantar com música, os risos francos, as brincadeiras que não nos permitimos em contexto profissional, deu-nos força para quase mais duas semanas infernais.

O próximo jantar já será com todo o "gangue", esse vai ser de cair para o lado de tanto riso e maluqueira. Estou cada dia mais humana e começo a fazer o que os comuns mortais fazem, sem qualquer peso na consciência ou presenças indesejáveis.

Life here I come!

Espero o quê?

Ou por quem?



Onde estará quem me acolherá de noite, quando, sozinha, indefesa, encolhida sobre a minha incapacidade de ser sempre forte, me saiba dar colo?

Nem sempre te procuro, mas sei que apenas contigo poderei dar tudo o que sou, como sou, e manter-me viva, entendendo que o que faço aqui se cruza contigo.

Se não houver quem me conheça já, quem saiba ler o que as palavras nem sempre conseguem dizer, vou ficar certamente perdida, com o norte desregulado, mas apenas o tempo suficiente para que consiga, outra vez, gritar o que tenho dentro e me devolva a mim mesma.

Espero que, tu, sobretudo tu, possas caminhar ao meu lado, usando o que me define, as palavras, porque quem não as tiver na proporção do que me faz falta, não ficará comigo, mesmo que não as use com sons, mas que me permita senti-las, sempre, com a intensidade que eu sou e tenho.

Eu espero-te, ainda!