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A mostrar mensagens de Dezembro, 2013

Como estou?

Fine, just fine!



Estou a adorar a sensação de controlo, de, e só, fazer o que me der na real gana, sem quem quer que seja a "chatear" a pedir ou a gritar...

Ser eu mesma, quando e como me apetece, é um luxo, a que nem todos têm direito. Demora a conseguir, sobretudo a sensação psicológica, emocional, porque uma vez essa conseguida, a física é imediata.

2014 vai ser o ano da célebre tatuagem "freedom", estava na minha lista e já vem a caminho. Estou ansiosa por imprimir o que me define agora.

Happy New Year to myself!

Mulheres fortes!

Mulheres fortes! Ainda existem umas quantas. Genuínas. Lutadoras, que correm atrás do que precisam e mesmo com todos os medos que as mudanças propiciam, não fogem da vida nem de si mesmas!

Tive hoje uma tarde cheia de histórias, de gargalhadas sinceras, de análises, de perguntas e respostas que nem sempre saberemos dar, com uma mulher assim.

Mudou-se para o outro lado de uma vida que certamente a assustou, mas a sua demanda é maior e o que pretende para si e para os seus, é gigante e real.

Ela sabe que é dela que falo e que lhe invejo a determinação e a constante busca do amor que merece e certamente encontrará, porque mulheres assim só poderão ter o melhor deste e de outros mundos.

Continua bonita por dentro e por fora, a fazer virar cabeças à espera do que está reservado para si, mas buscando-o também, não se resignando e reconhecendo o seu valor.

"Vais chegar longe amiga e eu estarei aqui para te ver"!

Escolhas difíceis!

Escolhas difíceis. Ajustes, aprendizagens, formas de olhar o mundo e de nos vermos nele!

O que se faz por aqui? Quem queremos no nosso percurso? Porque temos sempre tantas quês e porquês? Que escolhas fazer?

Nem sempre sou assim, à procura de sabe-se lá do quê, mas as escolhas, quaisquer que sejam, implicam decisões, consciência e vontade. Tenho feito algumas, mas ando a fugir de muitas outras, no entanto já estão na lista e este novo ano vai certamente trazê-las à luz.

Não estou nostálgica, nem down, apenas mais alerta e mais pronta, com vontade de me acertar de continuar para a frente, encontrando o que tanto tenho procurado. Ia saber-me bem um abraço teu agora, sobretudo para perceber que não é sozinha que pretendo permanecer!

Balanços, aqui vamos...

Mais um ano quase quase a terminar. Como são os balanços, o que consegui eu acrescentar e onde ficaste tu? O tempo encarrega-se de colocar nos seus devidos lugares o que não pode continuar, o que não nos está destinado, certo?

Errado!

Não é de todo assim, e durante este tempo que ainda te mantenho comigo, consegui perceber que nada se passa ou se resolve deixando-o apenas passar. As palavras que não se conseguiram pronunciar, os toques que nos deixaram de pele arrepiada e que o nosso corpo reclama, vão permanecer implantados como uma má tatuagem, feita no lugar errado, e com o nome que não era suposto existir. Tirar-te de mim signicava ter-te primeiro, de forma intensa, mesmo que por mais uma vez, a única que necessitava para saber quem és tu de verdade e porque razão te continuo a querer desta forma, sonhando-te, mesmo com menos ansiedade e buscando-te em todos os rostos que se vão cruzando com o meu.

Enquanto não te tirar de mim, as comparações irão manter-se e crescerão em ansiedad…

Como eu...

Como eu, só eu mesmo!Juro que por vezes até eu me surpreendo com o que consigo construir, com todos os passos que reproduzo, não de forma mecânica, mas por vezes deixando que me levem, que me contrariem, que me forcem a arrojar a procurar até algum do desconforto que me fará certamente crescer.

Agora, sempre que acordo, sinto que cresci em força, que não receio mostrar o que sou, e a forma como me concebo, porque afinal todos temos um percurso, mais ou menos dorido, mas que deverá sempre levar-nos a algum lugar. Eu quero que o meu seja lá, onde tenho vislumbres da felicidade que necessito para me manter inteira.

Como eu sou agora, sim, faz sentido!

Mundos...

Viajamos, conhecemos lugares paradisíacos, pessoas que nos mudam e acrescentam vida, experiências que guardaremos para usar sempre que a altura certa chegar, mas nada nos prepara, nada, para o encontro com aquela pessoa, com o único ser que nos tira o chão e que vem para mover e remover o que tínhamos como certo, como garantido!

O que aprendeste afinal?
Por onde andaste?
Quem conheceste que fosse igual a mim?

Tens a aura, o brilho e a vontade de estar bem, de ser e de ter o melhor que a vida proporciona, mas ainda não viste o suficiente, não ouviste os meus sons, não escutaste a minha alma, mesmo que tenhas andado por África e que os cheiros da terra e da chuva te tenham proporcionado o que falta ao comum dos mortais.

Não és igual aos outros és tu, mas não sei ainda se me bastarás. Quanto a mim, é bom que te prepares!


O que se pode dizer...

Quando todas as palavras parecem encaixar-se no sítio certo e com quem parece ter esperado por nós toda a vida?


Será que é desta, que não vou precisar de me conter, de pensar no como e quando? Será que finalmente encontrei a outra metade de mim? Alguém que não espero perfeito, apenas que me queira na mesma proporção, que não desista de me dar o que também quer de volta?
Desta vez vou querer TUDO, esperar MAIS, DAR o que sei conseguir. Não me vou retrair, porque se chegar lá, se formos dois, teremos o melhor de ambos, sei que sim, quero que sim.
O que se pode dizer de alguém que esperou, talvez tempo demais, para mostrar que amar é fácil, faz bem, nos cuida, deixa felizes, de sorriso nos lábios, de alma feita, prontos? Eu sou assim e não desisto de o poder mostrar, de ter ao meu lado, quem realmente me possa mudar os dias, a vida!


Parar ou não?

Quando é que vou aprender a parar, a sossegar, a não necessitar de tanta adrenalina para estar bem?



Canso-me a mim mesma por andar sempre à procura de mais, de movimento, de coisas novas, de me preencher e descobrir, e não sei como reduzir a velocidade.

Não deveria estar agora a dançar nas nuvens?
Não deveria estar a aproveitar todos os minutos para relaxar, gozar do sossego?

Às tantas devia mesmo, mas não consigo, a porra é mesmo essa, não tiro qualquer prazer no ócio, deixa-me com pele de galinha, chata, impossível de aturar. Gosto de ter que ler 2 ou 3 livros enquanto faço um milhão de outras coisas, em vez de os ler tranquilamente, de perna estendida. Corro quando não tenho o suficiente para fazer, que me ajude a queimar as energias e já agora, as calorias também, dá algum jeito.

Pronto, agora já sabem, quando eu disser que parei, ou enlouqueci, ou adoeci gravemente, mas que gostava de ser mais serne, gostava!


Inside me now!

There´s only me, nobody else to share my time with, but am I feeling down? NO WAY!

A New Year arriving, lot´s of adjustments to be made, inevitable choices, paths I can´t run away from...

Inside me now, there´s straingth, the will to be right, the desire to move forward, to keep on growing, the need to know me so well I can guess what I will be guessing.

I keep on searching for what I have always wanted for me, and I know now that it is possible, I can reach it, I am close!

Sexta-feira 13!

Não me parece que o dia em si possa mudar o que quer que seja e não me afecta minimamente, mas hoje, esta sexta-feira, está a ser mágica, ENTREI DE FÉRIAS...


Que  ano trabalhoso, desafiante, assustador, regenerador, envolto em mistérios do mundo, das pessoas e nos meus próprios.
Cada dia, com ou sem o 13, sei que consigo mais passos à frente, e que não me demovo, nada me demove do que quero para mim e para os meus.
Venham lá muitas sextas-feiras, que é sinal que andamos cá todos!

Momentos nossos!

Já não temos forma de passar sem estas escapadinhas como casal recente, que se reencontrou e necessita de se ir abastecendo de energias, de calor, de toque e de uma vida que planeamos construir em conjunto. As nossas semanas são de loucos, divididas entre trabalho, filhos, de ambos os lados, 2 para ser mais precisa, eu com duas filhotas e o Paulo com mais duas, de idades muito próximas e com uma relação de amizade tão estreita que até assusta. Já não querem viver separadas e a questão agora passa pela casa, onde vamos morar? De queal das casas se vai abdicar? Muito provavelmente das duas, porque nenhuma tem tamanho suficiente para comportar esta nova família alargada. A juntar a tudo isto ainda tenho um blog profissional e a escrita para revistas de especialidade, mais concretamente de moda. Sendo também scoutter, tenho muitos quilómetros a percorrer e imensos contactos telefónicos para agendar eventos aos meus clientes.

A ajuda preciosa da Tânia, a empregada que funciona como uma mã…

Quando eu entender...

Quando eu entender e quando aceitar todos os momentos como novos começos, quem sabe não se torna tudo mais fácil! Fácil de entender que até possoquerer o que me chega, não correndo demasiado porque a vida terá um passo certo para cada um de nós. Acredito que acabo a falhar a leitura dos sinais e a interpretá-los mal. Às tantas viro à direita e deveria ter sido à esquerda. Go figure!

Esta vida tem tanto de maravilhosa quanto de confusa, trabalhosa, messy, chata, corrida, parada, estonteante, enlouquecedora, TUDO o que nos poderá fazer querer, procurar e ter mais e mais. Mas quando eu entender sei que tudo passará a correr como deveria.

À espera...

Em modo "reservado", aguardando que o teu tempo também possa ser o meu, que olhes para mim como alguém que está aqui, para ti, mas que não me guardes na prateleira até aos teus regressos, e sobretudo que não acredites, não esperes, que será sempre assim, porque até o amor vem com prazo, com validade...

Estou à espera, ainda, e fá-lo-ei até que o meu coração dispare, me grite um BASTA e me obrigue a continuar com a minha vida, porque fui eu que escolhi a que tenho, consciente de que apenas farei o que for melhor para mim, e tu ainda o tens sido.

Não posso pensar demasiado, tenho que "aligeirar", relativizar, para que não sofra sobressaltos, para que não me penalize a mim mesma. Eu sei que é errado, que não me levará a lugar algum, que mereço mais, sou mais, e que não deverei permitir que me usem, me descartem, ou me considerem um adereço, alguém que se tem porque sim.

Enquanto eu decidir esperar, o teu tempo continuará a correr, e ainda poderemos usufruir do que no…

Just like the song...

What can I do to make you love me?

I never know how to use the right words, I never remember your favourite tunes, and you never seem to care. Our lives just pass us by, and we keep on wasting every second, minute, hour...

I wish we could meet, at the same place, thinking the same, feeling and wanting the same. Whenever our bodies touch, all the world seem to disappear, the heavy breathing lasts for as long as we look at each other deep inside, we then never want to part, just to be still, loving, knowing.

Just like many other songs, I want to live this life as if there would be no other, unless I knew how to reach you back!

Ok, eu digo...

Eu vou dizer o quanto gosto de ti!

Sempre que desperto para um novo dia que sei te incluirá, o meu coração sorri, todo o meu corpo te reclama e sente o toque da noite anterior, mesmo que só em pensamento.

Estou a olhar para o teclado do computador e a pensar que muito provavelmente as minhas palavras jamais serão, fortes o bastante, intensas quanto desejo, "grandes" como é tudo o que já me deste. Tens uma forma de me recordar que sou realmente importante, que te consigo mudar, que te acrescento vida, toda a que me devolves.

Gosto de ti, agora, de uma forma tranquila, sem pressas, à espera que me incluas, totalmente e sem reservas.
Gosto de ti, sobretudo pelas gargalhadas expontâneas, pela capacidade de me mimares, de me cuidares, de me olhares por dentro.
Gosto de ti como a pessoa que importa, a que estará sempre lá, aqui, para mim.

Gostar de ti é o que me permite continuar a sonhar, a querer que tudo se encaixe, que eu te consiga manter por perto, e que passes realmente a …

Não te deveria amar!

Aí estavas tu, de olhar altivo e de sorriso malandro nos lábios que já tanto beijei e que me percorreram o corpo que nunca se cansou do teu, nem de ti.

- Olá pequenina.
- Olá, estás bem?
- Agora sim. Continuas na mesma, apetecível, anda cá.

Quando percebi, já estava de novo nos braços que sempre me fizeram sentir segura, em casa, no teu Universo, aquele que povoa o meu e me faz sentir viva, aqui, a tua mulher.

Não te deveria amar, sabes? Não tenho como te explicar o quanto tem sido doloroso este amor que sinto, que continua a crescer e que me faz querer tocar-te de alguma forma, para te trazer de volta. Não sabes ainda, mas eu poderia ensinar-te como se pode e deve cuidar de alguém que nos quer dar tudo. Incrível como me deixas a duvidar até de mim, com esta mistura explosiva de sentimentos.
Se eu soubesse explicar, provar-te, fazer-te ver-me como sou realmente, quem sabe não entenderias o tamanho do que sinto por ti, e como não tem forma de terminar, nem nesta, nem nas próximas vidas…