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A mostrar mensagens de Maio, 2014

God it hurts!!

So much that I end up hating myself!

I let it happen, again. I brought the days in which nothing made sense, the ones in which you had to be in, but simply could not!

Will I ever learn? Will I ever understand that I can´t depend on others to be happy, complete? When and how can I simply run away from those who are already empty, unable to love as much as I can?

Please God teach me how, show me the moves, the steps to be less, to show less, not to expect too much, because I´ll probably never find the other half of me, and I need to accept it, fast, now.

Desafio do Comentário – Quando acordo do sonho!

Como se sabe onde equando terminou o que julgávamos ser real?

Adormecer ao teu lado e acordar sentindo o teu respirar, o teu abraço que me envolve e no qual me aninho para me saber protegida, ter os teus beijos que nunca se cansam da minha boca que também se mantém ansiosa da tua, olhar-te até que os meus olhos se embaciem e procure ver-te tão dentro que te consiga reconhecer paraalém deste tempo, lugar e mundo.

Sei como te moves, a covinha que se forma quando sorris, que tom adquire a tua voz quando te enlouqueço, por me quereres proteger até de mim.

Sei o quanto esperaste por mim e o que estavas disposto a fazer para me manteres por perto.

Se me amas? Não duvido e nunca foi preciso que o dissesses para que tivesse a certeza, mas hoje, sempre que acordo dos sonhos onde permaneces e dos quais já não podes sair mais, acabo vazia, relutante, a odiar-me por não conseguir dormir sempre, para sempre, porque agora só te consigo ter assim.
Quando acordo do sonho que retomo noite após noite p…

Como se olha? Como se vê?

De que forma aceitamos quem nos vem arrebatar o coração? Como se olha e como se vê? Como é que acontece? Teremos como escolher, ou não de todo? Qual é a nossa participação no processo?

Eu sou das que primeiro olha para dentro, definindo sempre as pessoas pelas palavras, pelos sonhos que carregam e se recusam a largar. Não consigo deixar de me sentir atraída pela capacidade de me mudarem as rotinas, de estarem do meu lado e de me oferecerem o que têm. e que passa apenas pelo que não se compra, não se paga, nem se pede.

Como é que olho quem tem chegado até mim das mais variadas formas? Tenho padrões, mas não visuais, para mim conta sempre mais o conteúdo e as ferramentas de que se vão munindo para me estimularem o intelecto. Sou muito cerebral, mas também sei querer, amar, desejar e sentir, tanto, que por vezes pareço rebentar com as incapacidades alheias.

Continuo sem saber como se olha. Continuo sem entender como se vê quem nos vê. Continuo a achar que não tenho qualquer poder, mesmo…

At work!

Sinto que sou uma outra mulher, a minha personalidade é mais vincada, reinvindico comportamentos e atitudes de quem comigo lida, muito mais profissionais, forçando-os a que não me vejam como mulher.

Se o consigo?

 Dizem-me que sou louca se o acredito, afirmam que não será jamais possível nem sequer passível de se imaginar!

Profissionalmente tenho uma postura de exigência bem maior, quero perfeição e busco os melhores planos, as doses mais generosas de sucesso e visto as calças, querendo estar num mundo que me valoriza tanto quanto me sobrecarrega.

No trabalho as horas avolumam-se, a intensidade e a adrenalina atingem valores irracionais, emocionalmente penosos por vezes. A minha margem de erro é assustadoramente pequena, mesmo que já me movimente mais segura, ainda temo pela emoção que quebro para que jamais se sobreponha à razão.

Sabe-me bem sentir o respeito de muitos, mas ainda me enrolo sobre mim mesma sempre que falho em todos os outros. Mundo masculino, actividade "pesada&…

Sim, eu sei...

E tu também, mesmo e sempre que o deixaste por dizer!



Estive à tua espera, disse-te o que queria de ti, porque te sonhava assim, porque te encaixavas tão bem, de que forma me deixavas completa, tranquila, mas nem assim, não tive como te convencer, como te provar que mesmo não sendo fácil seria o melhor, o mais intenso, comigo por perto, até quando não me pudesses tocar. Falei sempre, até que a voz me doesse e me secasse por dentro.

Eu sei, eu sinto, que fiz o que podia, mesmo que penses que deveria ter ido atrás, mas para isso deverias ter usado mais do que uma palavra, não te poderias ter-te permitido mostrar-me que duvidavas, que não sabias como, que tinhas medo, se aquilo porque esperava, no momento e a cada momento, sem muita pressa, mas com alguma certeza, se o que esperava tivesse sido escutado, hoje sei que estaria a tentar, do teu lado, os dias, cada dia, pedaços, momentos, tempos para cada um de nós...

Eu sei, hoje, mais do que ontem, que és tu, que foste sempre, mas que não …

Vou-te dizer...

Se me deixares, que para me manteres deverás continuar a olhar-me bem  por dentro!



Precisamos um do outro, de nos virarmos do avesso, de nos roubarmos alma, tempo e de nos unirmos nos beijos que já antes nos faziam esperar por muito mais. Quero-te a cada dia, durante as longas noites que me agigantam as emoções por ter que ver chegar mais um dia, por todos os outros que acredito nos irão juntar e permitir que nos saibamos realmente.

Estar por perto, ter-te por perto, é mágico, é tranquilo e tumultuoso, sou eu e tu juntos, como já aprendemos a ser, a entender e a esperar. Reconhecer alguém, colocá-la no nosso caminho, arranjando tempo e percurso para que nos roube definitivamente o coração é o que nos liberta, é o que muda tudo e faz sentido.

Vou-te dizer, uma vez mais, mil de muitos milhares, que és o único, que és quem quero e que eu sou a única que te devolverá em dobro o que já me ofereceste!

Se for sempre assim...

QUERO!!



Acorda-me com jeitinho, a chamares-me de pequenina, a soprares o meu nome arrepiando-me a pele e forçando-me a imaginar-te do meu lado.

Quero que adormeças comigo no pensamento e que as conversas do dia anterior te motivem para todos os amanhã que se seguirão.

Adorei o teu cuidado, soube-me bem incluir-te no dia que está determinado em me enlouquecer de antecipação, não parece mover-se à velocidade que preciso para te poder ter de volta.

Daqui a nada e amanhã à mesma hora, espero-te como sempre fiz!

Respira!

Respira! Aproveita agora, porque quando eu te invadir a boca, não vais ter como. Vou-me colar à tua, a ti, contigo, sentindo como és mesmo, o que tens que me enlouquece, porque vieste, porque te foste antes e porque já sabes que jamais deverias ter ficado longe de mim.

Respira enquanto podes porque conto matar-te de amor. Tenciono ouvir-te implorar que pare, vou querer ver os teus olhos incrédulos do tanto que acumulei e quase senti rebentar. Vou-me rir por dentro com a tua incapacidade de me saciares.
Aproveita agora, vai, inspira forte para poderes respirar quando eu começar!

Por ti só tu mesma!

Por ti só tu mesma! É o que me digo sempre. Teremos que ser nós a querer, a pedir, a mostrar de que forma nos poderão dar o que desejamos, porque assim nada do que façam ou deixem por fazer servirá de desculpa!

Saber o que se quer, quando se espera pelo retorno, onde estaremos quando acontecer, que ajustes passarão a estar na lista, AJUDA, muito e permite mitigar vidas que sendo diferentes, com caminhos que nem sempre se cruzam, poderão ir dar ao mesmo lugar.

Incrível como tudo se torna extraordinariamente fácil quando percebemos, mas o que tornou o hoje diferente do ontem, onde estava, o que pensava de mim, porque me encolhia no medo se, e, estou aqui, de onde provavelmente nunca cheguei a sair?

Por mim comecei a fazer o que já deveria ter começado, "ages ago"!

O passado não volta, nada do que olhei para trás voltará jamais a ser olhado amanhã, mas não é isso que torna tudo tão maravilhoso?

Vou pedir...

Só mais esta vez, depois tenho a certeza de que o meu olhar bastará, no entanto e como me conheço tão bem,sei que nunca me conseguirei calar, jamais poderei deixar de usar as palavras que me explicam melhor. A forma como as encaixo, a entoação que uso, os esgares que as acompanham, os movimentos que o meu corpo complementa, tudo, podes pedir tudo, eu dou, eu respondo, eu aceito. A chama acendeu-se, agora para a consumir só contigo dentro!

Breathless!!

Sem ar, mas incrívelmente pronta por te ter perto!



Mesmo que o tempo passe e olha que passou e muito para ambos, o que fomos e mantivemos parece ter sido preservado e ao ouvir-te pronunciar o meu nome, com a mesma entoação de antes, sentindo como respiras a cada sílaba, como te sou familiar e que estamos ambos no aqui e agora da mesma forma, foi surpreendente.

Poderia ter passado todo o tempo, que pareceu pouco, apenas a olhar para os teus lábios que ao moverem-se me fizeram recordar tanto. Asseguro-te que já tive algumas bocas na minha, que experienciei beijos bons, que me fizeram levantar o pé direito, mas como tu, com o calor que me passaste, com o sabor que preservei e que mantiveste, só tu. Com a tua boca a minha sabe quem és, quem sempre foste, não duvidei, nunca, apenas temi que o não soubesses tu.

Deixaste-me sem ar, o meu corpo antecipou o que ainda não consumámos, há tempo, virá mais do que nos roubaste por seres um homem grande, mas de alma pequena. Eu sei o que te assusta …

O que se faz?

Como se faz?



O que se diz a quem nos quer, mas que não se encaixa no que desenhámos, com cuidado extremo, indo contra o que os alegamente entendidos, dizem não haver como? Eu acredito, até que me provem que estou errada, que se pode, deve e consegue planear quem fica, após ter entrado na nossa vida!

Ninguém merece viver no engano, esperar pelo que não vem, sonhar com o que é inatingível. Eu sei o que isso significa, sei o sabor de anos a querer testar, tentar, saborear, olhar e ver quem se recusou, me recusou.

Não sei outra forma, apenas a que entendo por correcta. Diz-se logo, sem rodeios, sem colorir o que se mantém negro. Abre-se o jogo, diz-se que não. Não, porque te respeito, não porque te quero saber a continuar e a encontrar. Sorry!


O que seria...

Se eu não soubesse sentir, se não tivesse como me saber por dentro, se não andasse sempre a mil? Não tenho sequer como avaliar que outra eu existiria para além desta que consigo entender e ler tão bem.

Sou de emoções demasiado à pele e esforço-me por não o mostrar, por não assustar quem não me mede a temperatura, quem não consegue descortinar o verdadeiro sentido das minhas palavras. Sei que muitos acabariam a ver com incredulidade até onde sou capaz de ir quando acredito, o que me proponho se entender que conseguirei chegar lá, que com mais ou menos voltas, até se tornará fácil e óbvio...

O que seria eu afinal se o caminho não tivesse sido o que foi, de que forma teria aprendido o quanto é importante amar como sei que consigo. Como poderia eu olhar, de forma tranquila, agitada, como medos ou com muita falta deles, se não fosse quem sou?

Não sei nem quero responder, eu existo em duas, sou eu e a outra, mas conheço-as a ambas, não preciso de nenhuma outra, bastam-me estas, para já!

O que vem contigo?

Pedes-me que te deixe vir até mim, que permita que me mostres que tens o que me interessa. Uma e outra vez, tantas quantas forem precisas, segundo as tuas palavras, vais-me sugerindo que confie, que saia da minha zona de conforto para que nos possamos finalmente olhar, ver e quem sabe entender!
Não sei porque razão deverei aceitar que é desta vez, que contigo será melhor, ou diferente.  O que vem contigo afinal, o que me podes acrescentar que eu não tenha já, de que forma farás a magia de me conseguir ter, apaixonada, rendida, sem medos, a não precisar de procurar mais nada ou ninguém?
Se duvido?

Enquanto o fizer é porque não chegaste até mim, significa que nada do que conseguiste "soprar" fez qualquer eco, as palavras que se voltam para mim e comigo, são as únicas que nunca me levam ao que está errado, ao que não bate. De cada vez que as minhas entranhas se revoltam, sempre que me arrepio, sentindo forte o que antecipo, então duvido sim, fá-lo-ei sempre, não existe forma d…

Não deixes, não permitas...

Que eu seja a última a saber!


Preciso, desesperadamente, de ser a que sabe de ti, primeiro que todos os outros, a que espera, inquieta, por tudo o que me trazes, partilhas, pelo que juntas no corpo que te pertence e que sabes de que forma se entrega e te sente.
Eu sei pela forma como te moves, pelas palavras que recusas libertar quando te agitas por dentro, onde estás e se voltaste para o único lugar onde te perco.  
Olho sempre incrédula e magoada, a sentir-me distante, só, as gargalhadas que libertas e que soam sinceras na presença dos que não estão comigo, ao meu lado, porque já falho em os ver, não os quero sentir, roubam-me de ti, impedem-me te te sentir como és verdadeiramente, como apenas eu te conheço.
Não deixes, por favor, não permitas que eu seja a última a saber, eu preciso de te o ouvir dizer, a cada percurso que vamos fazendo, a cada toque que me recusas por falhares perceber como preciso, do quanto preciso que as palavras sejam para mim, sobre nós e para o que nos pode…

What?

- O que andas tu a fazer afinal, porque insistes no que não tem como chegar aqui, até a ti, em quem não sabe como te tocar? Amar tem timings, prazo de validade, a entrega tem momentos e se não os apanhamos, se não os apanhaste já, esfumam-se.

- O que ando a fazer? O que esperava? Não ter que explicar quem sou, como o sou, sobretudo a quem importa, não precisar de colocar legendas para os filmes que vissemos em conjunto, conseguir estar todo o meu tempo e percurso com quem me pudesse tocar e me saber. Esperava e queria, como quero até hoje, que soubesses o preço e o valor do que te dou, as horas em que acordada tento recuperar-me, sobreviver, sair e acabar com vida.

- Como se consegue afinal, lavar-mo-nos com lágrimas, procurar e esperar pelo que não teremos, sabendo que terá custos, que nos matará por pedaços, em bocados de um tempo que poderemos nunca mais conseguir recuperar?

- Pronto, eu aceito, rendo-me, pouso as armas, deito-me para adormecer, para poder continuar. Tu não sabes …