Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Outubro, 2014

Com a noite...

Com a noite chega a parte do dia de que menos gosto, com ela acerta-se mais um pedaço de vida que deixo de ter e de viver contigo!

Estás ao meu lado, durante quase todos os restantes minutos, ocupas-me o pensamento e enches-me o coração, por vezes de lágrimas, mas muitas outras da alegria que me injectas e que eu te devolvo, porque amar-te é o que me dá forças para continuar.
Ainda te estou a descobrir, o teu olhar tem jeitos que me vão indicando de que forma me sentes, o teu corpo vai-se encaixando no meu, acertando os cantos e recantos que precisamos para sermos um só, sempre e de cada vez que juntamos os corações, que nos abraçamos com medo de nos soltarmos, de nos deixarmos ir.
É na noite que sei que afinal ainda não te tenho e que faltará muito, alguns caminhos e uns quantos mundos, os que trazemos na mala e os que precisamos de juntar ainda, para nos pertencermos. É com a noite que tenho a consciência de que muito dificilmente a montanha entrará pelo mar e assim sendo, terei que…

Gosto de ti, deixas?

Até para se gostar parece que temos que pedir autorização, assim e agora vamos nós!

Gosto de ti porque sim, porra. Não me apetece explicar, apenas sentir, chegar até a ti e dar-te o que tenho, sem me sentir culpada, sem ter que prometer que é para a vida, usufruindo apenas, mas parece uma tarefa para lá de difícil.

Gostei de ti, supostamente TANTO, que consegui magoar o corpo e a alma. Quis o que julgavas ser, precisei de te sentir para te deixar ir e foste porque nunca soubeste como ficar. Eu entendo. acredita, eu até consigo imaginar as tuas provações, como tudo foi tão mórbido, negro e sangrento, mas foi escolha tua, fizeste as opções que supostamente entendeste por certas e agora existe um preço a pagar, como em tudo.

Não sei se te importas com o agora que nos sobrou, porque eu não acredito que mudasse uma vírgula que fosse às tuas rotinas, às que instituíste e se queres saber, estou com muito pouca paciência para continuar a achar que te faria falta, que te mudaria os dias e ser…

Contigo!

Foi a noite que esperávamos ambos, cheia de tudo o que já sabíamos conseguir passar!

Estiveste à altura, não me defraudaste, já nem em sonhos, estar contigo foi a confirmação do "nós" como casal. Fez sentido, não nos pressionou, apenas juntou mais e acrescentou a vontade de continuarmos, de persistirmos nesta nova caminhada.

Um dia chega-se lá! Haverá sempre um dia em que do outro lado estará quem importa e então saberemos e sentiremos. Desistir nunca foi opção, mas por vezes demora e desespera.

Ainda estão no meu corpo as sensações que as tuas mãos passaram. Consigo cheirar-te e se fechar os olhos vejo os teus e a forma profunda e apaixonada com que me trespassavas, entrando tão dentro de mim como o fizeste, tu, inteiro.

Os meus minutos e horas correm agora na tua direcção, tento incluir-te sem demasiados pontos de interrogação, porque sei que vamos continuar a saber de nós, a investir, a descobrir do que somos feitos e o que nos move. Por hora estou tranquila, amanhã logo…

Realmente!

Nunca sabemos nada, raramente descodificamos os outros e conseguimos ler-lhes os sinais, é essa a sensação com que fico a cada dia.

Falamos, falamos, analisamos, tentamos seguir padrões, acreditando que os sinais levam a algum lado, mas depois surgem pessoas no nosso percurso que nos mostram que nada, nos dias de hoje, parece seguir conforme planeado, já ninguém reage ao que é suposto, deixando-nos desarmados e incapazes de lidar com o que não conhecemos.

A normalidade também pode ser boa, saber com o que contamos e com quem, dá-nos segurança, permite-nos saber como começar e de que forma terminar e não existe mal nenhum em ser previsível. Nos dias de hoje parece que andamos todos a funcionar em código, com imensos botões que colocamos bem visíveis, mas sem qualquer instrução. Forçamos os outros a pensarem, a imaginarem, a fazerem perguntas que raramente voltam com respostas, ou seja, andamos como que a balançar-nos em cordas, sendo alguns mais malabaristas que outros, mas acabando i…

Vou ser justa!

Vou ser justa e vou dizer-te o que mereces ouvir e saber de mim. Não sei o que tens e o que mudou desde estes longos meses, em que começámos, eu a medo e sem muitas aberturas, e tu determinado, a ter mais de mim, mas o que quer que tenha sido, está a valer a pena, está a ensinar-me muito, mais do que acreditava alguma vez conseguir aprender.

És um ser especial, tens o lado prático e seguro de que necessito, sabes o que queres e precisas, corres atrás e não desistes. Estou a aprender de que forma te movimentas, estou a aprender a confiar, a contar contigo do outro lado, a abrir as guardas.
Não importa o caminho, a forma como nos movimentamos para chegar onde desejamos, porque o que muda tudo é a chegada, o abraço, o sorriso com que nos recebem, a paz quando faz sentido e é o certo. Tu fazes-me sentir assim e eu reconheço-te.
Ainda tenho imensas palavras guardadas para te oferecer, sons que partilharei, se me deixares. Tenho tudo o que sou, seguindo o mesmo percurso que usas, parando pa…

Nops, não sei...

Nops, não sei... Não o sabemos nós, ou talvez o saibas tu que és o resolvido, o seguro, talvez tu o saibas já!

Estou a caminhar num percurso novo, ao encontro de alguém com quem não me identificava, que me enlouquecia por dentro, mas que nunca desistiu de me encontrar e de me tocar. Tu conseguiste, de mansinho, reverter a minha ideia, o meu olhar sobre ti, a forma pré-concebida de te analisar, sem saber pévia do que falava e sem me conseguir preparar para o que acabaria por ter.

As horas que já usámos connosco, que temos vindo a duplicar e a exacerbar, mas por uma boa causa, estão a render, estão a fazer-nos perceber do que somos feitos e como somos feitos, um para o outro.

Não quero pensar demasiado, esperar muito, quero apenas usufruir e parar de recear. Se fôr, será. Se acertar desta, ficarei mais completa. Estou no entanto ansiosa por começar a construir, por ter um chão, um lugar e um coração preenchido.

Ainda não sei, é verdade, mas chego lá, ohhh se chego!


Ok, eu aceito!

Não consegues, não sabes como, não te interessas, quem sou eu!

Começámos pelo fim, dei-te a chance de entrares e de repores a verdade sobre ti e do que és feito, não te aguentaste com a firmeza que desejava e precisava, mas eu aceito.

Não estou zangada contigo, não teria porque, permitiste-me sentir-te e perceber que afinal existes e que não te sonhei, isso por si só bastou para me tranquilizar e parar de me julgar semi louca. Consegui arrumar-te, sorri perante a ideia de ti, saber ao que sabes, como amas, estou feliz e resignada. Se não és tu, e na realidade nunca o foste, então posso continuar, sem amargos de boca.

Gostar de ti, todo este tempo, foi o que provávelmente me manteve viva e a desejar ser e ter mais. Gostar de ti trouxe-me até aqui, onde teria que estar para ser a pessoa que reconheço. Foste tu que me empurraste, de mansinho, para a nova eu, para o melhor de mim.

Se não te soube agradecer antes, espero que o tenhas sentido quando me tiveste, porque o que te dei era eu m…

Dias e dias...

Estes dias em que a chuva se nos entra bem dentro, deixam-nos a pensar e a repensar os nossos percursos, o que poderíamos ter mudado ou simplesmente seguido com o coração!

Por vezes acordo com saudades tuas, a recordar a tua vontade de mim, a que dizias ter, mas que de repente te levou, à mesma velocidade que te trouxe. Sinto saudades da forma como dizias gostar de mim, os milhares de palavras que jorravam de ti e me faziam seguir-te...

Hoje acordei com saudades tuas, não das que fazem doer, mas que me deixam a questionar sobre o porquê da tua vinda, que propósito poderá ter existido em teres entrado assim, arrebatando-me do chão, apenas para me abandonares outra vez.

O desamor leva tempo a curar, deixa-nos vazios por dentro, sózinhos. Já não tenho porque me sentir assim, reencontrei quem procurava, mas não te tirei de mim, nem o farei, porque o amor, esse também leva tempo a conquistar, a receber e se o tive de ti, se te o dei de volta, vou manter as emoções, vou continuar a recorda…

That´s new!

As conversas entre nós parecem chegar sem limite de palavras, livres e arrojadas, deixando-me por vezes de riso nervoso, encantada e incrédula perante a quantidade de vocábulos que sempre arranjas forma de utilizar comigo e sobre mim!

És uma caixinha de surpresas, consegues ler-me por dentro e quando metes a terceira, Deus sabe o que pode acontecer a seguir.

É na verdade novo, para mim, ter quem se sinta tão confortável consigo próprio que não receie expor-se, falando de si e envolvendo-me no que parece ser uma torrente de sentimentos que me atropelam, mas ao mesmo tempo me alimentam.

Estou a gostar do que representas, do teu jeito, tão diferente do meu e do que conheço, mas que me deixa mais confortável a cada dia.

O novo também pode ser bom e tu és!

E PRONTUS!

Se me falas, se me sopras ao ouvido, eu cedo!


Fica claro que exercemos algum poder um sobre o outro. Que necessitamos de nos ter, ouvir e sentir para funcionar. Gosto do que me ofereces, da forma como me tocas e olhas, parecendo que sou nova e diferente na tua vida, a cada dia. Gosto do friozinho na barriga quando me ligas e dizes que acordaste a pensar em mim e da forma como visualizo o teu desejo.

Quero ter-te outra vez, preciso de me enrolar em ti e perceber. Quero gozar com o prazer que nos passamos, ser a tua mulher e ouvir-te chamar-me assim. Acredito que algumas pessoas estão destinadas a ficarem juntas, a construírem algo em comum. Acredito que quando o destino as desvia do caminho, acabam incompletas, amargas e a precisar do que não entendem.

Já decidi que quero mais de ti, quero lambuzar-me, absorver-te, misturar-me em ti e contigo. Tu fazes-me bem, deixas-me cheia, com um sorriso que me muda o olhar.

PRONTUS, gosto imenso de ti e quanto a isso não há nada a fazer!

Quem?

Quem consegue sentir, persentir, quando é que estou "down", sem força, a mostrar uma face que não é a minha, a dar o que não tenho?

NINGUÉM!

Não foi porque o não tivessem tentado, mas eu achei que teria de me proteger, teria que ter a minha identidade e assim manobrar a ideia que fizessem de mim. Ser transparente, demasiado visível nunca foi opção, mas começo a lamentá-lo agora, sobretudo por mim.

Precisava,  JÁ, que tu, desse lado, me soubesses como o sei eu.
Precisava que apenas com o olhar falássemos os dois e nos entendessemos, ao toque, conhecendo os sabores, medindo as temperaturas que atingimos de cada vez que nos aproximamos.
Precisava que o mundo não importasse e que apenas tu me movesses e completasses.

Ninguém me conhece, nem como a menina que fui outrora, nem como a mulher que chegou até aqui, num presente que por vezes me quebra e mostra que preciso de ti, sim, mas não te tenho, como nunca tive antes, porque ainda não me conheceste. Eu nunca o permiti.

Teremos s…

Vá lá...

Um esforço, mais uma braçada e tudo valerá a pena no final, sou eu que garanto!


Eu empurro, motivo, faço acontecer, mas tens que reconhecer que uma relação serão sempre duas pessoas, no mínimo e porque advogo a monogamia. Não vou ser eu a liderar a cada momento, também mereço o descanso do guerreiro, mereço ser olhada e vista, por ti a quem escolhi. Mereço que me desejes, ames e queiras ver no teu amanhã. 
Não fui eu que escolhi, não me perguntaram se deveria continuar a amar pelos dois, perdoando-te as incapacidades naturais. Ninguém me perguntou se estaria disposta a adormecer e a acordar sem que te pudesse tocar, sentir, sem que o teu cheiro se me entranhasse, não por estares em mim, mas por o ter retido com medo de que te sumisses, do meu pensamento, da minha pele, da minha alma.
Bastariam umas quantas palavras, as que eu nunca receio usar, porque de mim terás sempre mais do mesmo, o que sou, inteira, admitindo as minhas fraquezas, mas provando, se preciso for, que a minha força …

Se me deixares...

Prometo que tento, que não complico, que deixo correr!

Sim, já entendi, não controlo nada, nem mesmo o que sinto e por isso não adianta, não tenho porque meter outra mudança, a minha vida, a nossa, não vai seguir mais veloz por isso.
Parar de avaliar, de querer entender, de te querer ler. Parar de achar que tudo o que dizes, ou decides calar, terá uma razão de peso, porque a tua ligeireza de sentimentos, o facto de me veres tão natural na tua vida, tranquiliza-te como deveria estar também eu,
Se me deixares, eu começo do início, refraseio tudo o que derramei até aqui e espero, tranquila, que me digas como se faz.
Sinto-te a sorrir, a duvidar do que te ofereço, talvez porque já estejas uns degraus acima, talvez porque a minha velocidade de pensamento, a forma como quero sempre tudo de forma intensa, no fundo seja o que te deixa vivo, a sentir que valho a pena.
Vou prometer que te deixarei, livre, para seres o que já vi antes e gostei, tanto, que ainda aqui estou!