Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2014

E agora?

E agora? Como é que te vou reparar por dentro? De que forma reconstruo o que ajudei a quebrar?

Eu sei que não fomos o bastante, um para o outro, menos eu talvez. Nunca fosse minha intenção magoar-te, mas sei que te falei na tristeza que estava tão dentro de mim que não te permitia entrar. A verdade é que nunca tiveste forma de me sarar, de fazer brilhar o sol que preciso para que o meu mundo continue a girar para o lado certo.

No meio de nós estava um gigante. Um ser que valia bem mais do que eu mesma, alguém que tentei arrancar e por quem tantas vezes chorei até que mais nenhuma lágrima se conseguisse produzir. Mesmo de frente a mim, ofuscando-te, ficou quem ainda teima em me ensombrar e quem não me deixa amar quem me ama de volta.

Perdoa-me, a mim que sei tão bem o que significa ser magoado. Perdoa-me não conseguir deitar fora anos de silêncios, aqueles a que nunca me votaste, porque sempre me ofereceste palavras que eu ouvia, que até me mexiam por dentro, mas que não bastavam. Perdo…

Catástrofes?

Mais do que 2 mulheres já é um clube e quando elas se juntam para falarem sobre as relações e as suspeitas, ui, fujam os homens e agarrem-se as restantes mulheres, vêm aí tempestade, ventos e dos ciclónicos.

A "nossa" visão do Universo masculino é muito individual, mas roça o colectivo nas partes más, ok, nas menos boas. Quando nos pomos a inflaccionar as incapacidades dos homens, toda a informação é derramada de uma forma, diria, criativa (estou a rir-me por dentro só com a ideia da coisa).

. No que nos baseamos afinal para condenarmos sem direito a julgamento?
. O que foi que nos "azedou" tanto, ou quem, para que acreditemos só poder acontecer assim, não importa com que homem?

Não somos mesquinhas, eu pelo menos acho que não, mas as nossas unhas crescem apenas perante a ideia de sermos magoadas ou usadas. Evidenciamos uma sabedoria perante as relações das outras, estamos sempre prontas para incentivar ou desmotivar, dando exemplos e parecendo conseguir provar qu…

Nem sempre!

Nem toda a gente entra na nossa vida para ficar, no entanto já aprendi a valorizar cada uma, a perceber o papel que desempenham no meu percurso, porque chegam, sem pedir e porque me fazem sentir tão especial apenas para depois me deixarem.

Ainda me consigo lembrar da primeira vez que te olhei, de frente, sem obstáculos, sem mais ninguém a importar, apenas nós, durante o tempo que precisámos para nos vermos mesmo, para nos podermos tocar quando o coração parecia já não aguentar. Os teus olhos entraram tão dentro de mim, percorreram cada pedaço do corpo que tantas vezes ansiaste ter, foste tão tu que quando me tocaste não estranhei nada e soube que te reconheceria em qualquer parte do meu mundo.
Tudo dura o tempo que é suposto, vou aprendendo essa lição valiosa e continuo, inteira, à espera, a querer que um dia chegue lá, até ao lugar onde já nada será novo, onde eu e tu, quem quer que sejas, conseguiremos falar sem palavras, sentir de igual forma, fazendo do outro a prioridade. Nessa …

Mulheres que vibram!

Gosto da sensação que algumas ainda me passam. Respiram uma energia e intensidades que me refrescam e me fazem querer ser mais e melhor!
Mulheres que parecem até ficar mais altas, que vestem de forma elegante, segura, que são líderes natas e cujo aparente conforto nos conforta. São refrescantes, caminham ligeiras, não se inibem, nem se permitem vacilar. Não, não é fachada, é maturidade, crescimento emocional, vontade de chegar a algum lugar por escolha própria, porque podem, porque sim.
Somos todas diferentes, com percursos que nem sempre colidem. Estamos em zonas mais ou menos cosmopolitas, temos sonhos maiores, ou tão pequenos que se perdem no tumulto da vida. Não existe essa de que todas as mulheres são iguais, porque não existe uma que se assemelhe, cada uma é um Universo inteiro, virado e revirado, tantas vezes quantas as que levaram a chegar até onde se destacam, seja de que forma for.

Cada vez gosto mais de ser Mulher!

Vieste!

Tive-te, senti-te, no meu elemento e encaixei-te naturalmente, permitindo que visses e seguisses os caminhos que percorro a cada dia!

Soube-me tão bem, foi tranquilo, totalmente desprovido de medos, sem olhar para trás do ombro uma única vez. Tu fazes sentido, és quem imaginava e precisava de ter. A tua tranquilidade e segurança deixam-me mais confiante, a acreditar que é possível, que existe, sim, algures, alguém que nos pode completar e mudar os dias.

Vieste e eu adorei cada segundo. Estou certa de que te recebi bem, que cuidei de te amar como precisas e mereces, que te olhei bem dentro e te fiz sentir o quanto já és importante e que estou pronta, determinada, desejosa de seguir com o que já começámos.

Gostar de ti é o que me importa agora!

Venha lá o diabo...

Venha lá o diabo e segure-me a alma, porque por vezes acredito que para mim, matar alguém, limpar o sarampo, aniquilar, reduzir a pó, e podia continuar e continuar, em dias como o de hoje fica tãoooo perto de acontecer que nem eu me reconheço!

Se há coisa que me tira do chão, do sério, da realidade, é saber que alguém tentou "mexer", só que seja com o dedo mindinho, num dos meus filhos. A minha função, enquanto mãe, é não apenas a de os amar, mas também de os proteger, de cuidar da sua sanidade mental e bem estar físico, todos os dias das suas vidas, enquanto eu tiver forças nos braços, nas pernas e o meu cérebro funcionar.

Não me testem por favor, não queiram conhecer os meus limites, porque a acontecer, corre mal, uiii, se corre. Eu viro a leoa, a bicho, transformo-me num ser que nem sequer existe na terra, tal é o grau de mutação.

Assustei-vos? Pois, é suposto que aconteça assim, porque eu sou o resultado do amor que aprendi a dividir por 3. Sou uma pessoa melhor porque pa…

Há quanto tempo?

Conheço-te vai para quase uma década e sempre te mantiveste assim, consistente, teimosa, com uma sabedoria e tranquilidade que chega a enervar!

Nunca fazes o que é suposto, não segues tendências, não admites imposições e não te vergas a convenções. Não és fácil e contigo só se pode amar ou odiar, mas eu tirei-te a fotografia logo no início. És doce, responsável, confiável, autónoma e incansável no que toca aos teus objectivos. Um carácter construído sob muito trabalho.

Sabes ouvir e fá-lo sempre que alguém próximo de ti o precisa, eu mesma já te "usei" para tentar perceber se estou no caminho certo, se me mantenho na minha aparente consistência, sem desvios perigosos. Gosto do teu olhar de um azul céu, que se vai moldando ao tempo e às emoções e que me envolve, acentuando as palavras e os gestos.

Sinto que já te conheço há tempo suficiente para te aceitar como és e para te ver por dentro, porque mesmo sem comunicarmos com a frequência que desejaríamos ambas, estamos sempre …

Porque escrevo afinal?

Para que se me encha a alma de cada vez que alguém se manifesta, se acha bem representado e se revê em cada sílaba!


As palavras têm poder, mudam tudo à sua volta e deixam, a quem as usa, mais inteiro, mais livre, mais vivo.

Esta aventura tem-me mostrado por dentro de uma forma tão real, que nem um psicólogo arranjaria talento, experiência ou sequer sabedoria para mo explicar. Os pedaços de mim saem, com vida própria, soprando o que alguém, algures, precisa de ler, de ouvir e de entender.

Quando me leio, quando passo os olhos em tudo o que já imprimi para a posteridade, que deixou de me pertencer, quase que duvido, mal me reconheço e acabo a perguntar quem é esta mulher e de onde saiu.

Escrever é inevitável, é a minha fonte de energia, o que me mantém em alta quando quase perco a fé no mundo. Faço-o porque quero muitos sorrisos, sentimentos, tremores na espinha, sonhos e desejos que podem ser concretizados. Se eu for sabendo, a cada passo, que consigo tudo isso, então sairei mais engra…

Sentir e fazer...

Bem, uns aos outros, gastar tempo, ou melhor, usá-lo, em prol dos que começaram por ser importantes para mim e conseguiram manter-se assim!

Não será apenas porque estou mais velha, mas também porque a minha consciência, actualmente, tem a noção do que me pode acrescentar algo mais, que pessoas importam, quem quero ter por perto, mesmo que estejam do outro lado do oceano.

Estive numa relação, longa, que me consumiu, que me sugou os interesses, que me afastou de amizades que me teriam mantido mais eu, de gente que cresceu comigo e por esse motivo sabia quem eu era e de que forma sonhava o meu percurso. Correu mal, porque eu o permiti, porque deixei de acreditar em mim, no que queria e desejava, dei a outro o poder que conquistara a muito custo.

Estou de volta, mas com perdas inevitáveis. Por outro lado, começo a acreditar que se mantiveram os que valiam a pena, mas não consigo deixar de desejar amigas e amigos fiéis, daqueles que nos acolhem e que caminham connosco. Amigos com quem pode…

Ora então!

Dizes que gostas de mim, que me adoras, que sentes a minha falta. Blá blá blá...
Desculpa o tom de quase desdém, mas a verdade é que não concebo que o amor venha assim, que se encurte ou se estreite para que possa servir a alguém, que a dada altura decidirá que afinal... bem, "afinal até quero, até preciso, até te vejo".
O amor não é isto. Quando despertamos alguém e a levamos a reparar em nós, precisamos de respeitar a sua individualidade, de a elevar e de a manter no alto de nós, ceder-lhe o lugar que merece e que reconhecemos algures no nosso espaço e momento.
Fugir é o mais fácil, virar as costas e espreitar, de esguelha, é feio. Devemos olhar de frente, oferecer as mãos, pedir ajuda e dar ajuda, falar ao coração, dividir as lágrimas e os risos, estar disponível, isso sim é querer alguém, já os silêncios...

Eu consigo, eu chego lá!

Eu consigo, eu chego lá!

Eu sei que sou suficientemente forte para o conseguir, para ultrapassar a chuva, a forma dúbia em que me mergulhei, anos a fio. Eu sou a que se reconstrói, de cada vez que se magoa, que cai, ou que não sabe ler nas entrelinhas.

Por vezes até o respirar se torna difícil, acordar dói, e cada músculo se retrai com medo de não se conseguir mover.



Cada parte de mim se ressente, sobretudo da minha incapacidade de me libertar do que não me faz bem, mas prossigo, não me detenho, arrasto-me se preciso for, porque amanhã, acredito que amanhã, tudo ficará mais calmo e visível.
Eu consigo, sozinha, porque sou eu, porque me conheço, e porque quero chegar lá, onde o que me pertence será meu!





















E pronto...

O sol espreita e toda eu mudo por dentro!

Isto de ser um signo de ar tem porras, não me dá tréguas, mexe e remexe comigo, por vezes indo para além da minha própria vontade.

Com uma nesguinha de sol, tudo o que precisava de saber e entender, iluminou-se de repente, pareço ter acabado de acordar, de despertar, para a vida, para o que é suposto fazer. Assim gosto bem mais, já arregacei as mangas, dancei, ri e todo o meu semblante resolveu iluminar-se, tal como o fez o sol.

Sunshine here I go!

Não te quero só...

Não te quero só nos meus sonhos, vais ter que fazer parte de tudo o resto!

Quero poder sentir-te, comigo, quero que estejas inteira de cada vez que te toco e te faço minha. És a mulher que escolhi, e muito antes de o saberes tu, já eu sabia que tinhas tudo o que preciso. Tive a certeza quando te beijei, de forma suave, meiga e com algum receio de que me fugisses e não te conseguisse agarrar mais.

Agora que já nos temos, agora que cada dia vai chegando para que nos saibamos realmente, mas que ainda te sonho, a dormir e acordado, quero que sejas mais, rápidamente, que consigamos galgar todas as etapas que precisamos de percorrer, para que já estejas aqui, na minha realidade.

Tens sido uma descoberta e uma revelação, o teu modo suave e quase de menina que me enlouquece de desejo e me faz querer ensinar-te, tudo o que precisas, tudo o que mantiveste escondido à espera de alguém, de mim, para se poder libertar. És a mulher que desejei, que tanto procurei, que por vezes cheguei julgar não e…

E agora?

O que faço quando acordo contigo tanto em mim que quase te consigo tocar?



As noites são sempre aquietadas porque estás no meu sono reparador, nos sonhos que desejo prolongar para que te faça e te tenha como e enquanto o desejar, mas as manhãs, quando elas chegam e não te tenho, quando vejo que o teu calor e toque ficaram para lá do sonho que talvez consiga voltar a repetir, arrepio-me, estremeço do medo que causa não estares do meu lado.

Hoje foi mais uma manhã difícil, em que mesmo tudo o que se me impõe fazer nunca te afasta do meu pensamento. Hoje fui correr para me libertar de um desejo que fazes crescer apenas com o som da tua voz, a que me soa meiga, determinada, apaixonada, por mim, mas não chegou e ainda dancei, dancei até que o meu corpo me gritou que parasse.

Estamos literalmente dentro de um furacão, de mãos dadas a querer que tudo sossegue para nos podermos saber e ouvir, mas por ora, por ora tudo é demasiado veloz e intenso para que pensemos de forma racional.

Eu sabia, t…

Lei de Murphy!

O que pode correr mal, vai certamente correr mal!


Há dias assim, correcção, meses, parece que tudo acaba a ser uma sucessão de eventos negativos, umas coisas levam a outras e BANG, o pior acontece.
Não sei se a Lei de Murphy reflete a energia negativa, ou seja, o que vai colta, mas a verdade é que na maioria das vezes, para grande parte das pessoas, quando algo faz realmente falta, nunca acontece.
Estou um pouco assim, mas vou já já pedir perdão por tamanha veleidade, porque isto de nos queixarmos de barriga cheia...
Ok, eu sei que estou na fase do querer muito, MUITO mesmo e de não me querer contentar com menos, mas bolas, estão algumas coisas perras, IS IT ME?

Só porque quero!

Acordo contigo no pensamento, com a sensação das tuas mãos que percorreram todo o meu corpo, aquele que te enlouquece por te pertencer, por te passar o que esperas. Acordo logo cedo sentindo que mesmo não estando do meu lado, estiveste, toda a noite, enquanto te sonhei, enquanto respirei o perfume que já se entranhou em mim e que reconheceria de olhos fechados. No meio da multidão estás tu, os outros param, deixam de existir, caminho sem os ver, porque os meus passos sabem para onde ir, quem procurar, onde chegar.

Estava aqui a pensar no que me faz querer-te assim, mas só poderás ser tu, a tua forma de também me querer, o desejo que não escondes, até os receios que acumulas de que não possamos continuar juntos. Estou, finalmente, tranquila, a saber que cheguei, que quando te pedir virás, que sempre que o meu coração desesperar tu poderás sossegá-lo.

Já somos um casal, acordamos e adormecemos com a nossa voz a soprar os últimos sons, os mesmos que nos acompanharão pela manhã. Eu nunca…

Não há como medir!

- Tenho medo de gostar demasiado de ti.
- E porquê?
- Não me apetece sofrer.





É difícil, por esta altura, achar que não estou já demasiado apaixonado por ti, mas tento convencer-me do contrário e faço-o para me proteger, para me manter à tona. Eu sei que tu és quem eu tanto procurei, que a tua forma de me dares o que preciso para te pensar, a toda a hora, para te desejar a cada minuto, é o que me deixa de sorriso rasgado, a "quase" acreditar que posso ter quem fique do meu lado para a vida.

O que procuramos, todos, afinal? Quem nos possa dar as mãos e caminhar do nosso lado. Quem não receie expor-se, desnudar-se, mostrar as fraquezas e manter-se forte para o outro. Os caminhos nem sempre serão os mais suaves, mas se forem percorridos com que nos muda, CARAMBA, tornam-se mais suportáveis, mais seguros, menos solitários.

Não tens como medir de que forma gostas de mim, não o terei eu também, mas que já deve ser muito, disso não duvido!