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A mostrar mensagens de Maio, 2015

Desamores!

Parece que nem a crise chega para nos provar que sozinhos não somos nada, que tudo se torna mais fácil de gerir, o bom e sobretudo o mau, se estivermos acompanhados e ao lado de quem nos muda o humor, nos permite acordar mais confiantes, adormecendo a acreditar que existirá sempre solução, para o que não correr tão bem!

O que provoca afinal tantos desamor? Porque nos tornámos tão desconfiados e de pé atrás? Quem nos "enganou" ao ponto de sentirmos que voltar a amar não será mais do que um sonho, idêntico aos números mágicos do euro milhões?

Será que se ama à velocidade a que se "desama"?
Seremos mesmo assim tão descartáveis, até nos sentimentos?
Porque fugiremos do que nos manterá em alta, mais plenos e confiantes?

Caramba, há por aí muita gente que foi tão mal amada, que agora até duvida da sombra, da capacidade de apenas receber e de ir fazendo o caminho, devagarinho sem precisar de saber, o tempo todo, como se chega ao fim.

Estou um pouco triste perante o númer…

Adormecida!

Ainda não estou a contar os dias, nem me atrevi a ver-me do lado de lá, a parar de controlar tudo o que sempre me pertenceu, por obrigação e por direito, e não sei muito bem como irei sobreviver desta vez, porque a minha força interior vai ser testada ao limite, tudo o que sabia gerir e que permitia aos outros, aos que me pertencem verdadeiramente, continuar de forma suave e tranquila, vai simplesmente desaparecer, vai ter que ser delegado, sem que sinta a confiança de que correrá bem, tão bem como sempre corre comigo.

Não me digam que temos que deixar ir os filhos, permitindo-lhes crescer, porque eu sei tudo isso e também exigi que mo fizessem, mas não era a hora, não ainda.

Estou a sentir o meu coração a apertar, forçando-me a respirar alto, de forma descontrolada, com medos que me acordam nas noites que deixaram de ser tranquilas. Este peso vai ser levantado com demasiado esforço, e não será apenas meu.
Estou a sentir um medo que quase me paralisa, porque não estarei, aqui, quando…

Uma palavra mal dita...

Cuidado! Podes matar-te se usares as palavras erradas, comigo basta apenas uma, porque eu sei sentir e ver para além do que se diz, qual a intenção que carregam e porque chegaram, num determinado momento, exatamente nesse, e não num outro qualquer.

Deves lembrar-te, certamente que não te deixei esquecer, o que faço, e até onde consigo ir se me sentir tocada da forma que não entendo, nem desejo. Toda eu sou botões que se ligam e desligam, rapidamente, sofregamente, com a paixão que ponho em tudo o que faço, e no desamor que deixo instalar quando percebo que não vale a pena...

Talvez existam, coisas importantes para dizeres e para fazeres, mas se não me cuidares, se deixares cair palavras secas, se adiares para amanhã o que espero hoje, cairás tu, de forma tão rápida que nem chegarás a entender como aconteceu.

Retém isto, eu não brinco, não espero por ninguém, não sorrio se posso rir, não olho se posso tocar, por isso meu querido, cuidado, decide, de uma vez, até onde consegues aguenta…

Escolhi-te!

Porque sei que és tu, porque fazes sentido e porque me fazes feliz!

Já não tenho nada para entender, sei como gosto de gostar de ti, e até onde estou preparada para ir, se continuares no meu percurso. A vida nem sempre é clara, por vezes carrega muitas nuvens, e vem com manchas nas cores que desejamos límpidas, mas desde que entraste, desde que me tocaste, passei a aceitar as variações que chegam com tudo o que faz parte dos nossos dias. Nada é, sempre, tão igual, ou tão definido, que não seja passível de ser mudado ou ajustado, temos, apenas, que ir regulando a temperatura, refazendo os percursos e tentando que o que nos une, seja sempre maior do que o que nos separa.

Eu sei que tenho alguns talentos, e pretendo usá-los, em nosso benefício, fazendo de ti a pessoa mais feliz do meu mundo, para que a tua felicidade venha aumentar a minha.
Eu sei que te toco onde precisas, e que te dou bem mais do que esperavas, confundindo-te um pouco, mas largando um sabor que gostas de manter, na bo…

Mesmo que não o queira...

Não tenho forma de impedir, que cada ano avance e me vá tirando, por vezes, bem mais do que dá!

Não está a ser assim, não este ano, porque para além de tudo o que tem chegado, em catadupa, estás TU, e TU és o que me enche a alma e o coração, é por ti que, quase, não me importo de ter feito 49 anos, tendo ficado bem pertinho da outra barreira, mas dela falaremos para a próxima.

Como diz a música da Whitney Houston, "está na hora de tentar fazer tudo à minha maneira, sem me importar que esteja certo ou errado", mas a verdade, e se bem me conheço, é que muito certamente será o que deveria fazer, da forma que sei, e bem feito.

Não estou na fase dos balanços, não ainda, mas consigo ver o meu progresso, a forma como me tornei mais tolerante, aceitando as incapacidades dos outros, dando-lhes o tempo que precisam para se expressarem, desacelerando, eu, um pouco, sendo menos emotiva, partilhando-me, não me importando, tanto, de me perder na imensidão de "desgraças" e infor…

Stressada?

NÃO, completamente tranquila contigo. Mesmo que ainda só tenha o código de uma das portas, não me incomoda que as outras permaneçam fechadas, e que do lado de lá esteja o resto de ti. Por agora, calma lá, porque se pesarmos e medirmos bem, certamente que estaremos em patamares muitos idênticos, até poderás saber um pouco mais de mim, mas o que importa realmente, não sabes, não ainda.

Estamos na fase 3 da nossa relação. Na fase 1 entraste a matar, querias porque querias, e por isso correste o mais veloz que foste capaz, até eu te aceitar, depois apanhaste um susto de morte e começaste a correr ao contrário (depois venham-me cá dizer que as mulheres é que são complicadas). Na fase 2 ficámos de costas voltadas, cheios de tretas por resolver e por discutir, e a minha paciência esgotou-se, aí sim fiquei stressada. Agora, estamos na fase da consolidação, ou não, sabemos ambos que ou vai, ou racha, ou rebenta. Não existirá uma fase 4, não no campo das tentativas, se chegarmos a ela por esta…

Gosto do que gosto!

Gosto do que gosto! E cada vez mais!

Sei do que gosto, de que forma consigo chegar lá, às coisas, ou às pessoas. Sei como passei a gostar, e porque foi por aqui e não por outro lado qualquer.

Sou exigente no que toca ao entender tudo, a mim, e aos outros. Ou sei do que se fala, ou desato a martelar até que se expliquem. Quando corre mal, desisto, pronto. Não porque seja mais fácil, mas porque na maioria das vezes não compensa mesmo.

Acho fantástica a sensação de me conhecer, ao ponto de saber do que vou gostar, ou não, bastando que olhe, que sinta e que respire.

Gosto de tudo o que passei a gostar, de acrescentar novos gostos e de perceber que alguns até nem pareciam ser tão bons, mas que arrisquei, experimentei e claro está, GOSTEI.

Gostar é bom, de mim então... Se pudesse ficava comigo mesma, amava-me sozinha, abraçava-me sempre que tivesse vontade e dava-me os beijos que considero bons, nem com muito, nem com pouco, na medida certa, tocando-me nos pontos que conheço e ignorando os q…

Há dias e dias!

Quando o calor aperta, aperta também a necessidade de amar mais, e de sermos amados!

O cuidado fará sempre falta, mas nos dias em que estamos mais carentes, todo o cuidado saberá a pouco, nada do que nos ofereçam, bastará, e colo é tudo o que desejaríamos que nos oferecessem.

Hoje estou carente, sobretudo de ti. Tenho uma vontade enorme de te abraçar e ficar, quieta, nos teus braços, sendo protegida de mim sobretudo, deixando-me parar, um pouco, para depois poder continuar, como sou sou habitualmente vista, a que consegue tudo, a que sabe o que é preciso, a que não tem medos. Bla bla bla!

Hoje matava por um abraço, teu, por cada um dos beijos com que me inundas, e que distribui o prazer por todo o meu corpo, fazendo-me sentir uma mulher abençoada, pela forma como me amas, e pela minha capacidade de te amar ainda mais, mesmo que não o julgasse possível.

Há dias duros, nos quais tenho que continuar a resolver tudo, até sem saber se o faço da forma correta. Há dias em que me apetecia ap…

Estou a guardar...

Estou a guardar todo o meu amor para ti, só para ti!

Eu aprendi a ouvir-me, a escutar o que algumas partes de mim, as que importam, me dizem e estou a dar-me bem, estou a chegar lá, a ti.

Tenho guardado, com alguma, ou talvez até sem qualquer consciência, o que é meu, e que possa valer a pena, o que sinto possa fazer a diferença, numa relação, no que dois seres por norma desejam, para prosseguirem, para segurarem o tempo.

Estou a guardar a minha forma mais doce, a que conservei porque agora já não quero batalhas perdidas, porque agora já não desejo lutar em vão.
Estou a guardar os meus sorrisos, mantendo os lábios quentes e prontos para te beijar até que nos sequemos ambos.
Estou a guardar o corpo que se arrepia com o teu toque, para que me entres tão dentro que sair já não seja mais possível.

Estar próxima de ti, estar ao teu lado, em todas a frentes. permite-me enfrentar os dias, sem me cansar, sem pensar desistir. É por isso que me guardo, enquanto aguardo por ti e pela altura em q…

Vontade de ti, hoje!

Não se consegue, ou não se deveria conseguir, estar longe de quem nos faz falta muito tempo e hojeestou cheia de vontade de ti!

Os toques complementam os sentimentos. Os olhares mostram-nos a extensão do que desejamos do outro e não mentem. Se olharmos com atenção, passamos a perceber o que se esconde por detrás da pessoa que ainda vamos descobrindo, passo a passo, com toques mais ou menos seguros, com desconfortos que, ou se instalam, ou se esfumam mal nos vemos.

Eu disse que queria aprender a amar-te devagar e estou a consegui-lo. Não é apenas talento meu, é toda a minha conjuntura emocional, física e territorial, mas venha de onde vier, está a seguir para o lugar certo e da forma certa até a ti. Fazes-me sempre falta. Sei que não me cansaria de me enrolar em ti, de te beijar e ser beijada, de te amar até que me doesse o corpo e se me inflamasse a alma, mas já não desespero, já não me deito a pensar nos "ses", agora começo e termino os dias convicta de que quero que sejas…

Muitas coisas, demasiadas...

Muitas coisas, demasiadas e a minha "lista" recusa-se a diminuir. Mal tiro 3 ou 4 coisas, que após muito esforço e determinação,« consegui cumprir, logo acrescento mais outras tantas!

Gostava de me saber sossegar, de parar de querer e de pensar tanto. Gostava de ser menos, de não esperar demasiado. Gostava de entender de forma mais lenta, de não perceber logo tudo, de não esta rapidez de mente. Gostava de, em alguns dias, simplesmente não fazer falta.

Sou um ser inquieto, que já percebeu que pode muitas coisas ao mesmo tempo, e no minuto em que isso aconteceu, PAM, tudo passou a circular a uma velocidade assustadora, até para mim.

Que pena tenho, mesmo cansando-me, de não poder voar, chegar mais longe, mais rápido e simplesmente atingir todos os meus propósitos, bastando que os pensasse. Não sou magnânima, que chatice. Não me desmultiplico em mais do que 5 ou 6 e porque não poderiam ser em 7 ou 8? Já referi, algumas vezes, que existem duas de mim, mas infelizmente apenas no…

Não me esqueço de ti!

Não me esqueço de ti! Continuo a ter a tua imagem na minha cabeça, o som da tua voz, sobretudo das tuas gargalhadas. Ainda não aprendi a deixar-te ir, a aceitar que não me pertences e que desejas outro homem. Mesmo sabendo que sou louco, tenho uma ponta de esperança de que olhes para mim, de que percebas que comigo serias uma rainha, de que aceites tudo o que tenho para te dar!

Estou a ouvir-te falar, mas as palavras que vão saindo não são as que chegam até a mim, estou focado nos teus lábios, os mesmos que matava por beijar, gesticulas de forma suave, enquanto falas, tudo em ti é controlado, comedido, seguro. És uma mulher delicada, de porte aristocrático, por vezes levas-me a pensar que te podes partir a qualquer momento, mas não é de todo verdade, sou eu que me parto perante a frieza com que me encaras, porque não me vês, porque não me queres.

- Estás cada dia mais bonita.

Sorris-me agradecida, mas não comentas, tens algum receio de que me "estique", de que desate a falar…

Como se prova?

De que forma passamos ao outro, o que sentimos, mesmo, sem desvios, sem usar subterfúgios, apenas e só o que paira dentro de nós, da nossa capacidade de querer outra pessoa como ela deseja e precisa?

Falar ajuda, olhar também, bem dentro dos olhos, tocar até que a pele se funda na nossa e passe a sentir o que sentimos nós. Vale tudo, porque o que desejamos é mesmo que as dúvidas sejam postas de lado, que os medos que acompanham os começos, ou recomeços, sejam atenuados, que tudo seja o mais real possível.

Nunca me escondo do que sinto, nunca evito os sons que poderão acalmar quem amo, nunca sinto medo dos prazeres que me proporcione, porque é deles que me alimento.

Porque será que gosto de ti assim?
Porque foi que te escolhi?
Porque terá o meu corpo esta vontade de sentir o teu, e de nunca se cansar?

Não tenho todas as respostas, não consigo chegar a todo o lado, dando-te, sempre, o que te faz falta, mas sei como te provar que te amo realmente, e que de ti só espero um amor igual, tu…

Só perderás...

Se insistires, mesmo quando perceberes que não tem forma de continuar, só perderás, o teu tempo, a tua frágil fé nos outros, e sobretudo a ti mesma!

Não queiras migalhas, não aceites que te recebam nos intervalos, não compactues com conversas de conveniência, não te ponhas em nenhum outro lugar que não o primeiro, gosta de ti, muito e depois, sim, poderão gostar-te como esperas. Só perderás se não mudares de rua, se não olhares, mesmo, para o que está à tua volta agora. Ninguém pode ser mais do que o ar que respiramos, se não respirar do mesmo, ninguém poderá completar o que nos falta, se não nos souber ver, ou sequer entender.

Se não estiver contigo, minha querida, então não adianta, certo?

Tu sozinha não fazes uma relação, não consegues abraçar-te, beijar-te e tomar o teu corpo de forma a que fique completo, por isso organiza-te, recalcula, reorganiza, estabelece prioridades.

Não teimes mais, liberta-te, e vais ver que em breve terás quem valerá realmente a pena, de contrário, só p…

Ainda à espera!

E vou continuar. À espera de te ter, mesmo, o tempo todo, sem reservas, sem tempos medidos, sem que tenha que partir de cada vez que esteja a ser bom, e sempre que te queira, ainda mais.

Os nossos momentos terão que crescer, os nossos lugares deverão passar a ser comuns, com a nossa história, a que teremos que ir escrevendo, a cada dia, com a entrega que o amor coloca em tudo. Se esperei tanto por ti, e sei que também tu o fizeste por mim, o que serão mais uns quantos minutos, envoltos nas horas que depois poderemos partilhar, em que o que fizermos e desejarmos, terá sempre o mesmo final, eu contigo, nós, no final de todos os dias?

Vou-me manter aqui, à tua espera, não quero que nos desgastemos, mas que nos continuemos a procurar, a desejar, a visualizar juntos.

Já não espero que me ames, porque o fazes, nem que o digas, porque o dizes várias vezes, isso pelo menos já saíu da lista, mas espero consegui ter-te, sempre e de cada vez que todo o meu corpo se arrepiar de vontade, sempre q…

Mesmo que te diga!

Mesmo que te faça acreditar que és tu, terás que o sentir, muito mais do que o ouvir. Se alguma coisa não te tocar bem dentro, se a forma como te sentires deixar algo para trás, com dúvidas, não aceites.

Talvez ele tenha uma forma especial, um olhar que te mova as entranhas, um som específico que te ligue todos os botões, mas o que disser terá que soar a verdadeiro, a real, a possível, se não o for, não aceites.

O meu conselho passará para que te conheças muito bem, para que saibas, exactamente, o que esperas, de ti e de quem embarque numa nova viagem. Se sabes de ti, se sabes como queres, quando e por quanto tempo, pede para que seja igual, na mesma sintonia, com a mesma entrega, se não for, não aceites.

Não te bastará gostares muito, por dois, nunca será o bastante, nunca substituirá o que também precisas e mereces sentir, nunca haverá forma de ocupares dois lugares, de teres duas vozes, de te abraçares a ti mesma. se não tiveres quem te ame como o diga, não aceites.

Quando te fala…

As rotinas!

As que nos permitem chegar ao final do dia, mais cheios, devem ser mantidas e incentivadas. Eu tenho umas quantas das quais não abdico, e quando não as posso ter, deprimo, fico triste, com a sensação de que me falta algo!

As minhas rotinas passam por cuidar de mim, emocionalmente, fazendo o que me deixa eternamente apaixonada, por "ti", pelas palavras, pelas cores e sons, sendo que esta última me transforma, completamente. Sou incapaz de passar um dia sem música, sem a sentir dentro, sem dançar, porque eu tenho teclas que passam sons muito específicos e é com elas que canto, danço e continuo a sonhar.

Tenho vindo a acrescentar rotinas, aumentando-as de forma a que termine cada percurso mais enriquecida, com a sensação, única, de que produzo realmente, que sou válida e chego onde faço falta. Era avessa a programar o que quer que fosse, para além do trabalho, mas percebi que me beneficio se salpicar tempos acertados a tudo o que faça.

Sei que preciso de caminhar, de correr, d…

Mudo-te...

E mudas-me a mim, também, devagarinho, com passos certos e seguros!

Quero saber como me posso ajustar, de que forma precisas de mim, para te acrescentar mais à vida que tens, que escolheste, e onde ainda não caibo eu, não na totalidade. Quero que me ensines a amar-te devagar, a saber usufruir do que nos chega, a ambos, e a conseguir que me baste, até te voltar a ter.

Eu sei que o que sou fará de ti um homem mais completo, sei que a forma como gosto de ti te deixará a querer mais, a não precisar de ir "lá fora", porque eu encher-te-ei de TUDO, eu farei o que precisar de ser feito, para que sejas o homem que preciso, é o dar e o receber, o ir e o voltar, para casa, para dentro de nós, para o que faz de nós estes seres que se querem encaixar.

Deixa-me mudar-te um pouco, deixa que te ensine a amar-me, deixa-me tocar-te por dentro, enquanto o meu corpo se move no teu, deixa-me ser a mulher que imaginaste, prometo que consigo, que me entrego, inteira, que não desisto de ti, porqu…

Não posso, nem devo!

Seguir por um caminho que não é o meu, do qual nada sei, nem conheço, desejando mudar o que não me cabe a mim, e por muito que me quisesse envolver, não faz de todo o meu género, nem será o meu dever na terra!

Eu sei de mim, de que forma acerto o meu percurso, escolhendo-o, ou mudando-o, mas segurando o leme, para que o resultado, qualquer que seja, me caiba a mim, e apenas a mim.Assim sendo, entendo que todos os outros terão o mesmo poder de decisão, e deverão, supostamente, ter o discernimento para chegarem onde terão o direito de incluir os outros e de recomeçar. Esta é a teoria!

Já tenho as mãos demasiado cheias comigo mesma, com tudo aquilo a que me propus, e por isso sobra-me, pouquíssima margem de manobra para outras rotas. Cada um que se chegue à frente e vá até onde já me encontro, se quiser e tiver talento.

Nesta minha nova fase, é pão pão, queijo e muito queijo. Não me atrapalhem se não puderem ajudar. "saiam de cima", como diz o brasileiro, porque se não saírem …

Mulheres poderosas, mas sem arrogância!

Irra que ser mulher é difícil!

Devemos ser poderosas, mas de modo a que não nos acusem de arrogantes. Poderosas, mas doces, supostamente porque já assustamos de qualquer forma. A mulher terá que se impor, mas subtilmente, passando aos outros comportamentos de conciliação, de paciência e capacidade de absorver os diferentes ambientes.

Sabem o que vos digo? Há que usar de bom senso em tudo, ter poder e saber usá-lo em benefício de todos, não é para todos, seja homem ou mulher, mas a verdade é que os holofotes tendem a fixar-se no que é menos comum, e ver mulheres com poder, no campo profissional, ainda não é tão vulgar quanto isso.

Eu associo o poder à liderança, porque um bom líder consegue que o sigam com entrega, consegue vencer obstáculos e levar a que a equipa chegue, por vezes debatendo-se com imensos obstáculos, ao sucesso.

Não deveríamos ter que distinguir os "poderosos" pelo sexo, mas para nós tudo é sempre mais trabalhoso, exigente, obrigando-nos a provar muito mais…

Estás frágil!

Estás frágil, consigo entender-te quando explicas que não sabes de que forma poderás dar os passos seguintes, como poderás parar de aceitar o que já tens, há muito e que não te basta!

Falas algo assustado, tens medo de a perder, sabes que está uns quantos passos à tua frente e que construiu tudo o que tem agora, sozinha, com medos, sim, mas com a coragem que a trouxe até aqui e agora até a ti.

- Contaste-lhe de ti, preparaste-a para o que tens e és realmente?
- Estou a ir devagar, se a assusto perco-a para sempre.

Não sei muito à cerca de fórmulas, mas acredito que se deve usar o bom senso, colocando o que se sente em primeiro lugar, e avançando depois disso, porque se soubermos que nos amam como dizem, até as mágoas se retraem e a nossa capacidade de esperar, de sobretudo o saber fazer, amplia-se e acaba a levar-nos ao lugar certo, no momento possível.

O teu semblante vai-se carregando, já não sabes como descontrair, tens medo de usar as palavras erradas, dizendo o que não quer ouvir…