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A mostrar mensagens de Setembro, 2015

O teu prazer no meu!

Estava mais do que acertado, estaríamos apenas nós, sozinhos, tendo-nos completamente num fim de semana que usaríamos para nos amarmos mais, muito mais do que o habitual, até porque a fazê-lo ainda mais especial o facto de ser o meu aniversário. A distância ditava que fossemos criativos, que nunca parássemos de cuidar dos detalhes, por mais pequenos que fossem, porque nunca nos bastavam as horas, mesmo que longas. Nada do que nos déssemos poderia preencher todos os outros momentos de dor absoluta, infligida pelo distanciamento, pela impossibilidade de estarmos, sempre, um com outro, de resistirmos à falta de toque, que a acontecer parece conseguir compensar tudo o resto.

Eu sabia que tinhas um desejo, que algo do teu passado te deixara uma marca e como tudo o que faço é contigo e por ti, decidi surpreender-te. A tua vida como militar, durante o período em que completaste a tropa obrigatória, deixara-te prazeres que não te cansavas de repetir, mas infelizmente tinhas perdido a tua boi…

Será que importa?

Quem teve razão, quem fez o certo ou o errado, quem começou e terminou, será que importa mesmo?Quando perdemos ambos, as palavras acabarão a valer o que valem, NADA!

Já sei que não fiz o que era suposto, que não fui submissa como deveria, porque a força que nos reconhecem, a nós as mulheres, só é desejável nas dos outros, para as vossas querem que queiramos colo, segurança e a determinação que apenas aparentam ter. Eu não me enquadrei, era mais do muito que poderias aguentar, sabia e entendia demasiado, não aceitava os "sim" só porque te saberia bem, e não largavas os "não" por ter acordado do lado errado da cama. A minha consistência na forma de sentir é o que me mantém firme e me guia os passos, porque não posso ceder aos balanços da estrada.

Agora, sinceramente, não importa como começou, nem como terminou, porque a luz já está tão ténue, quase que apagada, e porque me voltei para o lado contrário, esperando por tudo o que nunca parei de esperar, sabendo que o q…

Ainda nós!

Olá meu amor,

Já não te escrevia há algum tempo, não porque tivesse parado de te pensar, mas porque estava a tentar parar de te ter, tanto, sempre, de forma tão presente e sem que nunca mais nada ou alguém se consiga sobrepor.

Há dias em que a vontade de atirar tudo para o alto, e de te gritar que te quero e que consigo superar tudo o resto quase me enlouquece, mas depois sossego, sento-me mais direita, respiro fundo umas quantas vezes e recordo-me, se é que poderia alguma vez esquecer, que apenas posso querer quem me quer e que não existe forma de nos impormos a alguém que simplesmente não nos consegue ver.

Se hoje foi um desses dias? Sim, acho que sim, até porque quando me roubo algum tempo para ouvir o que dizem os outros, sobre mim, dói-me, ainda mais, que nenhum dos outros sejas tu e que a forma como te quero não possa ser apenas transferida, aguardando que o amor cresça, porque acontece, é possível, só teria que o querer.

Já não ando por aí a tentar que me tentem, de alguma for…

Cuidado com o que dizem!

Por esta altura do campeonato já não vou dizer que é um atributo meramente masculino, porque já existem imensas mulheres a usarem conversas de "chapa 4", UI se há, a diferença é que aos homens falta a originalidade e o sexto sentido, tirando isso a treta é toda a mesma!

Querem uns quantos exemplos? Eu dou:

- "As coisas não estão bem no meu casamento há muito tempo, em breve saio disto e divorcio-me,
MESMO".
- "O sexo nunca mais foi o mesmo, aliás, já nem nos encontramos na cama (mas o dito cujo continua     a acontecer, por esta altura até com mais fulgor devido às escapadinhas)".
- Já não fazemos nada juntos, o que nos une agora são os miúdos (e lá vão de férias, todos, para as         Maldivas, com tudo o que a legítima tem direito)

Vou reforçar que isto acontece em ambos os lados, e olhem que conheço umas quantas mulheres que dão com cada chifre aos maridos, e com cada peta aos amantes, CARAMBA, digno de um verdadeiro romance, um dia destes quem sabe n…

Fazer escolhas é:

Fazer escolhas é exercer o nosso direito de mudar o que está errado, o que não se enquadra, ou nos deixa presos a uma falsa ilusão de normalidade.

O que precisamos afinal, não para fazer escolhas, mas para nos decidirmos a fazê-las? Precisamos de sair da nossa zona de conforto, alargando-a até que o desconhecido não nos provoque medos infundados. Para mudar há que ter vontade, vendo na mudança a possibilidade de melhorar o presente, de forma a que o futuro seja mais palpável.

Temos uns quantos "medrosos" crónicos, que temem até mudar de rua, fazendo sempre os mesmos percursos, não vá cair um raio, ou pior ainda, abrir-se um buraco que os engula. Esses dificilmente moverão um dedo para saírem do que tanto lhes custou a conquistar, mesmo que depois de filtrado seja NADA.

Temos os duvidosos, os  - "e se"?? Estes duvidam até da sombra, se lhes dissermos que indo em frente chegam mais depressa, vão certamente franzir o sobrolho, olhando-nos como se fossemos loucos varri…

Tiveste medo, muito medo!

Quanto tempo demoras a decidir? Precisas do quê exactamente? Tens medo de mim, ou será de ti mesmo?

Eu podia continuar, indefinidamente com as perguntas, mas muito provavelmente não terei qualquer resposta, por isso fico-me pelas dissertações, pelas suposições e vou-me deitando a adivinhar.

Acredito que já chegaste a ter medo, algum medo, mas isso foi antes de me perderes, de perceberes que serias forçado a reajustar toda a tua vida, perdendo o chão que tão bem conheces e que mesmo não te levando no final de cada dia, ao lugar onde gostarias de estar, é o teu mal necessário.

. Tiveste medo de que "isto" passasse a ser mais do que um jogo e ficasse muito formal e sério.
. Tiveste medo de amar demasiado e de não correr bem no final.
. Tiveste medo da minha segurança, das decisões que sempre me forço a tomar, porque preciso.
. Tiveste medo de não estar à altura.

Acho que até estou a ser razoável nesta avaliação, porque na verdade o que te falta é inteligência emocional, a matu…

E se?

Se nos pomos a duvidar, de tudo, acabamos secos como palha ao sol!

O que nos levou até alguém, teve uma razão, um propósito, sentimentos associados, e se nos deixou bem, mesmo tendo acabado, não deve ser questionado.

Achar que tudo foi falso e dissimulado, só nos pode fazer mal, ao coração, à auto-estima e à esperança de voltarmos a esbarrar em algo certo. Por isso o melhor é reviver os bons momentos, soltando das mãos o que não resultou, até porque uma relação serão sempre duas pessoas, e se nos enganaram foi porque falhámos ver.

Os "será que" não podem cobrir tudo o resto, não nos devem esmagar, de contrário caímos e desistimos, do melhor, que é e será sempre o amor e se te amei foi porque valias a pena!

Quando uma mulher ama um homem!

Quando uma mulher ama um homem, não há nada que não consiga fazer acontecer, antecipar ou sonhar, porque se torna demasiado fácil ser a que sabe quem deseja e a quem pertence. Quando uma mulher ama um homem, vê com enorme clareza que papel poderá desempenhar, de que forma se mudará para que caiba a pessoa que passou a ter o papel principal, até onde ir e quantas vezes recuar até que ele o entenda.

Se eu disser que ainda te amo da mesma maneira, estarei a mentir, porque a verdade é que amo mais, muito mais, sobretudo porque consigo visualizar-te naturalmente na minha vida e porque não te ter se tem transformado num castigo difícil de suportar.

Quando uma mulher, como eu, ama um homem desta forma, todos os segundos de cada minuto são usados para trazer recordações, para definir estratégias, para o ter nos sons de fundo, ouvindo quem fala, mas pensando em quem não está.

Nada do que faço te deixa do lado que estás, desse, sem mim. Tu estás comigo até nos momentos mais turbulentos e nos qua…

Volta!

Volta! Está a demorar demasiado tempo, preciso que te decidas, que estreites a distância que me parece corroer e impedir de fazer mais planos, até porque estás em todos!

Eu disse que seria compreensiva e tolerante com essa tua necessidade de correr o mundo, mas agora quero que o teu mundo também seja eu e que não passes por nada sem passar por mim. Estou a precisar de colo, do teu colo, estou a sofrer pelos teus abraços, aqueles que até me tiravam o ar, mas que quase conseguiam fazer com que nos fundíssemos, um no outro. A minha boca fica seca só de pensar na tua e a vontade de que me beijes, como mais ninguém sabe, é tão grande, que parei de querer falar, de sorrir ou de comer. Quero que me queiras e que precises de mim assim, desta maneira quase enlouquecida, mas que pelo menos me deixa viva.

Volta por favor, estou à tua espera, não preciso de mais nada que não sejas tu, por isso vem alimentar-me, encher-me as reservas e prometer-me que não voltas a sair, não de mim e não mais sem mi…

As pazes estão definitivamente feitas!

Já não me sabe bem, nem preciso, de te culpar de mais nada, de sentir ódio, mesmo que pequeno da tua incapacidade de nos continuares a querer e a incluir na tua vida.

Acabei de fazer as pazes, comigo, aceitando que não precisas de estar onde não quiseres, mas que deverás saber, que aqui onde estamos nós, terás sempre lugar, colo nas dores que te assolarem, um lugar à mesa, um assento para que retemperes a alma e bebas da nossa força, porque vais continuar a precisar de lutar, contra o mundo, contra as incertezas, mas nunca contra nós.

Estou anormalmente tranquila, continuo a guerreira, mas consegui a paz necessária para te voltar a cuidar, incluindo-te no nosso ninho, levantando as protecções que te protegerão e que me deixarão também a mim, mais preenchida e segura de que, nunca, em momento algum, os nossos filhos poderão dizer que te falhei quando mais precisavas. Cada um deles tem um pedaço do que és e por eles e com eles fortaleceremos os elos e dar-te-emos as forças que perdeste…

Será que me sentes a falta?

Será que me sentes a falta? A minha amiga recente tem estas dúvidas e sente, ainda, o coração bem apertado, de cada vez que se vê impotente e incapaz de avaliar o que pensa, onde está e com quem, a pessoa que já foi das mais importantes da sua vida!

Vou ajudar da forma que melhor sei, escrevendo sobre os sentimentos, tentando que se liberte da culpa, da sensação que se cola sempre que considera poder ter dito ou feito mais. Porque a verdade é que quem olha em frente, quem segue com a sua vida e não oferece, uma palavra que seja, para confortar quem já o amou tanto, não merece que se desgaste a alma e se encolha o corpo.

Num mundo perfeito, cada um faria o seu papel e pouparia ao outro dores desnecessárias.
Num mundo ideal, quem nos amou e foi amado, deveria ser o primeiro a estender a mão, oferecendo as palavras que permitiriam que se continuasse, que se aceitasse e se entendesse.

O teu Pedro minha querida, largou a tua mão, mesmo sabendo que iras cair, não olhou para trás, escolheu o…

Na minha vida, comigo...

Na minha vida, comigo, não quero mais ninguém, só te quero a ti!

Achas mesmo que depois de todo o meu "trabalho", depois de te ter moldado e tornado a mulher maravilhosa que consigo ver e sentir, te iria deixar para outros? Nunca. Tu foste-me destinada, tropecei na tua vida quando já tinha deixado de acreditar nas relações e na felicidade, e tudo o que aprendi e te ensinei, fez de mim um homem mais seguro, sobretudo do que sou realmente capaz de te dar, para poder receber.

Tem sido uma revelação, a forma como te encaixas, tão bem, em mim. Os teus olhos, agora, olham realmente na direcção certa e isso confere-te, segurança e autonomia.
Gosto de perceber, faz-me bem ao ego, que acordas comigo nos lábios, que o meu nome é sempre o primeiro que pronuncias, e que o meu toque te fortalece o corpo e te restaura a mente. Os meus dias agora são tranquilos, mesmo com toda a turbulência da vida lá fora, sei o que preciso de fazer, para onde devo ir e para quem retorno no final.

As tua…

Se te resolveres...

Acabas a conseguir chegar onde sempre te imaginaste!

Por vezes temos bagagem pesada, medos, encontros e desencontros, tudo o que carregamos para relações novas, por isso temos que nos resolver, que arrumar as "roupas" nos lugares certos, que ser assertivos e não apenas impulsivos, a treta do deixa-te ir e arroja, é para quem está em começos de vida amorosa, para quem se anda, ainda, a descobrir, não é para os que são maduros, que já percorreram caminhos longos e sinuosos e que por esses motivos, e mais uns quantos, deverão ser previdentes e conscientes dos danos que poderão advir de comportamentos incautos.

Volta e meia mudamos móveis, limpamos gavetas, trocamos quadros, são gestos necessários a que a vida corra com mais cor e menos caos, nas relações deveremos fazer o mesmo, e apenas iniciar o que tivermos condições de manter, mesmo que não dure, porque do futuro sabemos muito pouco, no entanto.

Tanto que assusta algumas pessoas que se saiba o que se quer, quando e de que …

Pensamentos FEELME!

É verdade, quem diria

Mas não é que te amo mesmo? É verdade, quem diria!

Quem é que sabe, pratica ou se lembra, do que é acordar com um "bom dia, amo-te"? Existe lá alguma coisa melhor, nem exercício físico, nem um bom pequeno almoço ou sequer uns sapatos Louboutin, nada se compara a um sentimento partilhado, mas vivido, porque o que se sente deve ser dito e repetido todos os dias da nossa vida, até que duvidar deixe de ser possível.

Gosto da forma como me vês e me incentivas, reparando em todos os meus detalhes, por mais pequenos, e acentuando o que nem sabia que existia.
Gosto deste teu gostar novo, cheio de uma energia que contagia até os mortos, de espírito.
Gosto da sensação de renovação, de recomeço, o mesmo que nos chega com o início de um novo ano.
Gosto de perceber de que forma consegui começar a gostar de ti, não, vou corrigir, gostar não é nada, até porque eu gosto de gelados, mas passo bem sem eles, AMAR, assim está melhor, deixando-me simplesmente ir.

É verdade, está provado e regis…

Quando me vês!

O melhor de mim surge, de imediato, e de forma tão expontânea, que nada nem ninguém me consegue escurecer a alma!

O meu mundo será sempre um lugar melhor por tua causa. Eu sei que reavivas o que sou, mostrando-me, a cada dia, que sou capaz de tanto, de tudo e que mesmo que as minhas forças por vezes se quebrem, contigo e por ti tornam-se tão sólidas que nem os pequenos rasgos se tornam visíveis.

Quando sinto que estás desse lado, que a tua vontade de mim e a forma como me vês, realmente, vai aumentando, deixando-me a sentir o ser mais abençoado, só me resta agradecer, por teres chegado, por me conseguires lamber as feridas, pelos abraços sem tempo, pelos beijos suaves, não de amante, mas de um amigo que espera, pacientemente, que te veja igualmente.

Obrigada por me deixares chorar sem perguntas, por falares por mim quando me sinto incapaz de articular qualquer palavra.
Obrigada pelo colo, no qual pareço caber, inteira, e no qual apenas me sinto a mim, sem precisar de me esconder.
Obr…

No meu ontem...

Ficaste tu, deixaste-te ir, ou melhor, escolheste não prosseguir, não para o meu futuro, travaste e eu parei de te seguir, porque, e tal como já disse antes, decidi que metades são coisa nenhuma!

Se pudesse mergulhava num mar que apenas tivesse o amanhã que preciso para te tirar da pele, mas sei que devagarinho, escutando todos os "barulhos" que me inundam a vida, devagarinho acabarás por ir, sem volta, sem o cheiro que já teima em desaparecer, com o rosto que ainda recordo, bem, muito bem, mas cujos traços se sumirão tão depressa quanto sumiste tu.

Não sei tudo, e posso até posso dominar muito pouco, mas uso o bom senso, e por isso entendo que quem não luta por nós, não nos sente a falta, mesmo que nos deseje, de alguma forma, acabará sempre por encontrar caminhos novos, mudando de direcção para que nunca possa colidir com o que não saiu bem. Assim foste tu, baixaste os braços, desististe, de nós, porque sabias que não tinhas NADA para me oferecer e que NÃO tinhas consegui…

E quando eu te esquecer?

Olá meu amor,

E se depois de tantos anos juntos, que até vieram tarde demais porque gostaríamos de nos ter pertencido antes, eu te esquecer e a tua face já não me recordar de tudo o que conseguimos construir juntos?

Que medo sinto de te perder, mesmo estando ainda perto. Medo de não te saber mais tocar e sequer ter como juntar a minha boca à tua, como sempre fiz, sem nunca me fartar, porque beijar-te era deixar-me ir inteira, sugando-te o que parecia apenas pertencer-te. Que medo, gelado, de cair num abismo, de me perder para um lugar do qual jamais voltarei, sendo o nada, ficando despida de mim e já nem usando as palavras com que te envolvia sempre. Que medo de deixar de ter o corpo que te enlouquecia, de perder o calor que me subia até quase me sentir rebentar, porque te antecipava, bem dentro de mim, dando-me o prazer que me transformava numa mulher diferente, mais arrojada e totalmente tua.

Como vais tu lidar com os meus silêncios, e o que restará de mim quando já não souber arti…