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A mostrar mensagens de Novembro, 2015

Estreia na escrita em andamento!

Estreia na escrita em movimento. Ontem não consegui deixar nenhum post agendado, afinal de contas até uma mulher tem limites e eu terei certamente os meus. Assim restou-me escrever no comboio, a caminho de um caminho que certamente terei que fazer muitas vezes, e perdoem-me a redundância, mas aqui tinha que ser.

Estou a precisar, mesmo, de me descolar do papel de mãe, porque eu uso de um exagero e de um contole que ainda os sufocará um dia. Não sei delegar, sou de um exagero que cansa, cansa-me sobetudo a mim, por isso esta nova etapa irá trazer ajustes benéficos para todos nós.

Mais logo darei notícias sobre o maravilhoso evento, no qual estarei presente. Tudo tem um início, um encadeamento, e como já ouvi dizer esta semana, a vida só é dura para quem for mole.

Mexam-se, para chegarem a algum lugar que valha mesmo a pena!




Mantém-me aí!

Deixa-me ficar, desse lado, continua a ver-me dessa forma, junto à luz, porque assim, nada de mim ficará de fora!

Mantém-me junto a ti, mesmo que estejas do outro lado do meu mundo. Não desistas, não te pares, quem sabe desta vez, com o devido empenho, não me terás de volta. Não vou falhar na promessa, não me vou refugiar no ontem, no que correu mal, na tua fuga para a frente, a que apenas serviu para me quereres ainda mais, com mais força, desejando o corpo que até já foi teu e que espera pelo teu, ainda.

Mantém-me aí, junto a ti, sem desesperos, à espera do que eventualmente chegará, porque até foi a ti que reconheci, nesta vida. Foi por ti que também esperei para que estivesses pronto, para que viesses, e vieste.
Mantém-me tão próximo quanto a distância deixar, porque quem já percebeu o que lhe mudará a vida, não pode continuar a fugir dela, negando o que mais nada nem ninguém tem.
Mantém-me próxima de ti até que me consigas tocar mesmo, uma vez mais, e para que cada momento se arrume,…

Estou a sentir-te, agora ...

Agora, neste preciso momento, enquanto todas as partes do meu corpo se movem, numa dança que já conheço, acompanhada dos sons que me dizem tanto, porque estás em cada um. Estou a sentir-te enquanto me solto, em cada movimento, levando a que as minhas pernas saibam, exactamente, o que fazer e quando. Estou a sentir-te, com os olhos fechados que ainda assim te conseguem ver e te imaginam, colado a mim, enquanto, lânguida, pronta, desejosa de um desejo que não passa, não até que te tenha.

Eu sou feita tanto de sentimentos, quanto sou de sons, os que servem para me acordar de mim e voltar a funcionar.
Eu sou a que encontra, sempre, forma de se restaurar, quando o despertar não foi o esperado.
Eu sou a que conhece, tão bem, este corpo, por onde só passas tu, mesmo quando não estás.
Eu sou a que te encontra de cada vez que te procura, porque há sempre forma, sobretudo quando o que está do outro lado é o que faz este continuar.

Não paro, não me sossego, não desligo até que toda a forma de te sen…

Mesmo que queiram...

Mesmo que julguem que conseguem impedir-nos de sentir, eu sei etu sabes, que já não é possível!

Nada do que vem de fora de nós tem mais poder, ou mais palavras do que as que nos passamos. A cada dia, bem lá de dentro, pelos corpos que nos pertencem, pelas emoções que criámos no momento em que deixámos de ser apenas um. Nada do que pensem os outros, circula no mesmo plano que os nossos pensamentos, nos interrompe os olhares que só pousam onde importa, em mim e em ti ao mesmo tempo.

Amar-te é o que tenho aprendido a fazer, sentindo-te mesmo quando não estás onde te reclamo. Amar-te faz de mim esta pessoa, especial, com uma alma que envolve todos os planetas, porque me torno tão grande, quase imortal e capaz de ir onde eu me ordenar, porque também lá estarás tu. Amar-te tem sido como os movimentos que uso quando paro de me controlar, e sou a mulher que sempre precisaste, tocando-te onde mais ninguém sabe, nem pode.

Mesmo que queiram decifrar-nos, entendendo o que por vezes nem mesmo nós…

Estou preparada!

Não sei se estou ou se fiquei, de repente, preparada, após ter percebido mais um milhar de coisas, mas seja lá o que for o estado, ou o caminho, a verdade é que me sinto diferente, como se tivesse, de repente, renascido!

Eu sou mulher, é um pequeno grande pormenor, que significa sobretudo, que gosto de dar nomes às coisas. Aos sentimentos então nem falar. E por isso pergunto-me porque afinal só consigo ver agora, com clareza, o que sempre esteve antes? O que mudou em mim?

Hoje é dia de reconhecimento, amanhã poderá ser de análise, e mesmo que não pare de pensar no assunto, já o consigo segmentar. Como tudo o resto na vida, cada coisa na sua hora e lugar, porque se não for assim, rebento como os sapos quando lhes põem um cigarro na boca.

Agora já acordo preparada.
Agora sei como me relacionar com algumas pessoas que me faziam ferver de frustração.
Agora condescendo ao ponto de as deixar circular, como sempre o fizeram, mas sem me perturbarem.
Agora mando eu, até no que escolho sentir.

Viver…

Diários de vida!

São TANTAS as vidasque tenho conhecido e as quais trabalho agora, que certamente poderia escrever no mínimo, mais 2 ou 3 livros!

O meu novo projecto tem-me oferecido o abrir de alguns diários, vidas que se desenrolaram de formas tão pitorescas, algumas, e diabólicas, outras, que arriscava uma série de episódios sobre o oculto, e olhem que não sou mórbida. Dentro de 4 paredes escondem-se dores, gargalhadas, emoções e desilusões, que ninguém pode avaliar, daí a riqueza, e o encanto.

Os meus exercícios diários já passam por ouvir, atentamente, quem me procura, mas ultimamente pareço ter um íman e puxo tudo e todos, de uma forma quase incontrolável. O que significa tanta, aparente, necessidade do que sei dizer? Será que ajudo, realmente, ou apenas baralho e desmotivo ainda mais?

Escrever sobre o que passou a ser verdadeiramente importante na vida dos que comigo se cruzam, é um privilégio, um crescimento até para mim que me considero emocionalmente crescida.
Escrever, usando as palavras que…

Quem te mandou?

De onde tiraste a ideia de que me poderias simplesmente deixar ir? Quem te mandou olhar, para o lado contrário, durante o tempo que me fez sair de ti? Onde julgaste tu que me encontrarias quando te decidisses, finalmente, a perceber que era eu? O nosso destino não se compadece com as distracções, se não estivemos atentos, teremos que ficar na fila, e aguardar, muitas vezes, por uma próxima vida.

Quem te mandou tomares-me por garantida, achando que apenas tu olharias para mim?

Não me cabia lembrar-te, acordar-te para mim. Não me cabia fazer-te entender que ou me tinhas, realmente, ou me perderias, para sempre. Não era de mim que teria que chegar o que te faltava. Eu era tão simplesmente a mulher que escolhera amar-te, esperando, pacientemente, que também o fosses e que não sentisses necessidade de não me ter, sempre, em todos os momentos nos quais se constroem os amores que permanecem.

Não te consigo ler. Não sei que dores carregas para teres, esta vontade de continuar a voar, sozinho,…

Gritar!

GRITAR impõe-se de cada vez que nos sentirmos doer por dentro, mas com uma dor que ninguém explica, que chega de tão fundo que nos parece querer apagar a alma!

GRITAR pode ser um acto de coragem, um desprender de amarras, o afirmar de quem se toma por pessoa, que precisa, como de pão para a boca, de ser respeitada e admirada pelas escolhas, mesmo que erradas.

Eu nunca deixo nada por dizer, e se gritar é o que me permite continuar, faço-o, com o mesmo à vontade com que canto e incluindo-o nas minhas rotinas para que não me afogue.

Calma com esta coisa do gritar, porque ele pode não ser no sentido literal da palavra. Por vezes os gritos saem sem sons agudos, mas numa determinação que basta para que nos levem a sério. Gritar afirma-nos e reafirma tudo o que tantas vezes repetimos para que nos oiçam.

Conheço tantas pessoas sufocadas, com palavras que recusam deixar sair, olhando, sempre, para todos os lados, certificando-se de que não serão julgadas, que manterão a classe, como se por clas…

Não te encolheste!

Não te encolheste, mostraste alguns medos quando te partiram, pela segunda vez, mas não te fechaste ao amor e acreditaste que terias um tempo e um lugar!

Tens sido uma lufada de ar fresco, para todos, e até mesmo para mim quando arrisco desiludir-me, achando que a minha vez nunca chegará.
Tenho-me alimentado do amor que te vejo reflectir e que reflexo maravilhoso chega do teu olhar, das palavras que agora carregas, sem os medos de antes.

Conheço tão pouco de ti, mas consigo sentir cada pedaço de alegria que espelhas. Não sei, praticamente nada do que vives, mas consigo perceber o quanto tudo se encaixou e como encontraste quem te ama, verdadeiramente, tanto quanto te sabias capaz de amar.

Precisamos de nos voltar a encontrar, para que me insufles cada gota dessa coragem de que te envolveste para teres tudo o que recebes, agora, com mérito reconhecido. Precisamos de nos aproximar, para que também eu te passe a certeza que me ficou, da possibilidade que nos caberá a todos, bastando que …

Nada é por nós ou para nós

Vivemos numa sociedade na qual nada, mas mesmo nada é feito de forma a que nos facilitem a vida, e para que sejamos mais felizes e completos!

As leis são apenas para um dos lados, os benefícios para os de mais poder, e todos os outros seguem, como ovelhas, pelas linhas da cor que determinaram. Não é suposto que reclamemos, que demonstremos desagrado, porque tudo foi feito de forma tão automática, que ainda nos conseguem deixar com sentimentos de culpa, de cada vez que nos atrevemos a discordar.

Ter uma voz dá trabalho. Dizer o que pensamos, como queremos e porque pensamos de forma diferente, obriga a que se tire o rabinho do sofá e se vá. Falar de trás, com uma voz de burro, não nos trará resultados, mas infelizmente para o país, a maioria prefere que seja assim.

- Vou-me chatear para quê?

Deves-te chatear para que nos chateemos menos, passo a redundância. Temos que ir aos sítios certos para que todos à volta possam beneficiar das melhorias, porque se for bom para ti, será certamente…

Quando o sofrimento não tem nome!

A razão pela qual tantos penam por aí, prende-se com o simples facto de não saberem que sentimento pôr ao fim de uma relação!

Nós somos seres pensantes, está bem, eu sei que uns mais do que outros, mas a realidade é que precisamos de perceber se o que sentimos é ódio, raiva, amor, não importa o quê, mas o resultado tem que estar definido e claro. Quando os homens se queixam de que não entendem as mulheres, mesmo que para isso não façam qualquer esforço, é apenas porque não estão atentos, mas eu vou explicar, again! As mulheres rotulam tudo, gostam de nomes para cada ser ou objecto e quando não o encontram, põem-se a bater com a cabeça, com a sua e a dos outros, até que se faça luz. Mas porquê prolongar dores, o que ganham "vocês" afinal?

Eu vou fazer uma analogia violenta, mas quem sabe assim não mudam de ideias. Quando uma mãe perde um filho, e digo mãe porque nós somos mais guturais e é de nós que eles nascem, mas sem de todo minimizar a dor dos pais, ela nunca mais poder…

Ainda se pode?

Será que é possível, doable, como dizem os ingleses, ajudar os outros, sem mais nada, apenas porque nos preocupamos e até conseguimos forma de resolver o que mais ninguém consegue? Dito assim parece que a resposta só pode ser um sim redondo, mas nada é claro, aparentemente, nos dias de hoje!

Se fazemos é porque temos alguma intenção escondida, se não fazemos somos uns egocêntricos, se ajudamos os de fora perguntam-nos logo pelos de dentro. Preso por ter cão...

Cada vez entendo melhor os que se arredam da vida alheia, os que dizem lamento, mas não posso, porque esses apenas se livram, na generalidade das vezes, de problemas que não lhes dirão respeito. Tudo é bem mais fácil, menos propenso a debates e a análises, mas a verdade é que também existe a ajuda sem retorno, existem pessoas que apenas não conseguem virar a cara e fingir. Olhem só que chatice, ser humano tem mesmo porras, até porque sabemos, quase todos, que muito provávelmente não virão envoltos em agradecimentos, mas pronto,…

Os nossos sonhos!

Todos os desejos que não nos inibimos de partilhar quando somos jovens, de sangue na guelra, a achar que o mundo congeminará a nosso favor, oferecendo-nos todas as oportunidades, que, aprenderemos mais tarde, apenas chegarão se fizermos por isso.

Os dias organizados pelos pais, as orientações académicas, mais ou menos apresentadas por quem aparentemente parece saber do que fala, tudo, mas mesmo tudo, corre sempre de forma previsível e natural, mas o resto das nossas vidas já não será assim, e de uma forma ou de outra, ficaremos a sabê-lo.

Quantos de nós não parámos já para pensar em tudo o que mudou, em cada sonho que jurámos manter, nos amigos que perdemos, e não porque o fossem menos, mas porque nos forçaram a entrar numa outra pele?

- É a vida - dirão alguns. É a passagem à vida adulta, que supostamente não pode ser envolta em risos, em concretizações, em amores que resultam, no modelo de família que tantas vezes vimos retratados nos melhores romances de cinema. Tudo parece ser po…

Ainda há verde!

Mesmo o cinzento do céu não abafa o verde das árvores, agora com pinceladas de um castanho-mel. Até as nuvens que correm, velozes, permitem continuar a sentir o calor que virá das pessoas certas, das que ligam para um simples olá, das que se preocupam mesmo, e que nos provam que a amizade, quando instalada, permanece.

Já não te tenho tantas vezes, mas sabemos, ambas, que estamos lá, aqui, em todas as frentes, uma para a outra, partilhando-nos, às nossas preocupações, rindo das tolices e quase chorando das derrotas, inevitáveis, porque nem sempre se vence.

Sinto-te diferente, uma mulher mais determinada, de mente mais disposta e aberta ao que será bom para ti. Acho que percebeste, finalmente, que afinal controlas bem mais do que julgavas, que tens algo a dizer que merece ser ouvido, e é por isso que aceito os teus conselhos, porque o fazes de forma a provar-me que nem sempre estou certa, ou tão simplesmente, que tenho que aprender a ceder.

Sinto-te a falta, dos nossos momentos de anál…

Depois da noite...

Chega um dia novo, mais um, e este, mesmo sem sol, chegou claro, simples e a fazer sentido!

Estou a ouvir uma música suave, com um bater de ondas que mesmo vindas de longe, chegam de forma libertadora e a recordar-me do que comecei e porquê. Não é desta forma que conduzo toda a minha vida, a fugir, a evitar o inevitável, a esconder-me de mim. Não foi isso que aprendi e não é o que pretendo ensinar. Tudo tem uma forma de terminar ou de continuar, mas há que o saber, é forçoso que se entenda e se pare de viver em suspenso, não é natural e não faz bem, a ninguém.

Do outro lado da minha vida ainda estás tu, e preciso de saber quem está do lado da tua, quero entender-te, falar a mesma língua, usando a mesma linguagem. Se for para que nos arrumemos, que seja, mas se houver uma luz, mesmo que pequena, então quero que se mantenha acesa, mesmo.

Será que conseguiste perceber que sou apenas eu a falar, e que não ter respostas muda as perguntas? Não posso continuar a dizer "eu", tenho …

Quem é que nos percebe?

Quem é que nos percebe, a cada um de nós, homens e mulheres, sobretudo porque parecemos ter partes que pertencem ao outro, numa mistura que apenas serve para complicar ainda mais tudo?

Umas com cérebro de gajos, e uns com cérebro de gajas, puxaaa, assim é que não dá mesmo, já passamos metade do nosso tempo a tentar descodificar informações, ora se elas vierem em duas línguas em simultâneo, quem é que aguenta?

Por favor, mais paz e amor, mais entrega e paciência e menos cobranças, só temos esta vida, não vale a pena guerrear por um quinhão de terra que nem sequer é nosso. Eu pessoalmente, mesmo sendo de um sigo de ar, não gosto de pairar muito tempo lá por cima. Preciso de estabilidade, sobretudo emocional, as inseguranças e dúvidas dos outros desgastam-me. Já voltei a enterrar o machado de guerra, voltei à concha e fui-me restaurar. Preciso tanto, mas tanto das minhas energias, que nem conseguem calcular. Os dias são longos, as solicitações enormes, as responsabilidades gigantescas, e…

Bardacaca!

Agora já sabem o que digo quando me pisam o pé!

Olhem que é preciso muito para que me saiam umas asneiras boca fora, mas há dias em que na falta de eu poder dar uns berros, mando bardacaca e sabe-me, QUASE, tão bem.

Quem é que consegue ter paciência para meninos? Que não sejam os filhos, claro está, os nossos e os dos outros, porque para homens crescidinhos e de barba, é que já nem a fazer bonecos.

Também gosto do "vai-te encher de moscas", esta uso quando estou com fraca imaginação, porque há quem diga que tenho muita e que até faço filmes, faço pois, o pior é que faço mesmo, sobretudo quando tenho o actor principal já escolhido e quando é um Romeu de esquina dá logo um filme mexicano.

Pronto, já percebemos os dois que o que lá vai, lá vai, por isso chega de atirar bolas, eu nunca fui grande coisa no ténis de mesa, e bolas mesmo, mesmo, só das outras. Eheheheh, hoje estou imparável, mas eu prometo que paro quando tu parares. Prometo que te deixo respirar sozinho, quando me…

Ser desconfiado!

Ser desconfiado, por si só, é um defeito e bem feio. Eu digo sempre que quem é desconfiado não é certo, mas quando os não desconfiados começam a desconfiar, ui, é porque vai mesmo correr mal. A sensação de desconfiança é extremamente desagradável, eu pessoalmente odeio-a, porque enquanto não consigo as devidas confirmações, não consigo sossegar e o mau estar instala-se. Juntem a tudo isto o facto de ser mulher e a combinação é terrível, porque não raras vezes, quando estamos a caminho de descobrir algo, encontramos mais 4 ou 5 verdades.





Tudo poderia ser evitado se fossemos honestos e não andássemos a camuflar verdades que, cedo ou tarde, serão descobertas e desenganem-se os que pensam o contrário, a mentira pode até não ter perna assim tão curta, mas a dada altura cansa-se de caminhar sem destino. De boas intenções está o inferno cheio, por isso permitam-me discordar das "boas" intenções que sempre parecem vir embrulhadas em meias verdades. Uma verdade dita na hora certa pod…

Quando é feito com amor!

Tudo aquilo a que nos propomos, cada projecto e sonho perseguido, tem sempre um duplo sabor quando é feito com amor. Quanto a isso julgo que ninguém tem nada contra.

Felizmente para mim, por um lado, tenho sempre trabalhado em áreas que me deram imenso prazer, e sempre que deixou de ser assim, voei o mais alto que pude e fugi. Do tédio, da rotina, das mentes pequenas e sobretudo da falta de visão. Isso tem-me custado, obviamente, alguns dissabores sobretudo financeiros, porque poderia já ter viajado meio mundo e conhecido outro meio, bastando que não tivesse muito para opinar. Fugindo ao que a maioria das pessoas faz, eu não considero que umas férias durante o verão, ou uns quantos dias no inverno, compensem o restante ano, o que fazemos da vida deve ser contínuo e não apenas centrado em algo que jamais terá poder para abafar o que nos minará a alma, e a resistência física.

Amor, paixão, entrega, não são apenas adjectivos comuns às relações amorosas, o trabalho, a nossa "luta&qu…

O que fazes com quem não faz?

Como se lida com quem não espera nada de si mesmo? Bem, isto é o que eu digo, porque às tantas têm apenas uma forma diferente de lidar com a vida, passando por cima de quem tenta andar por ela da forma certa. Mas que me faz confusão faz!

Conheço umas quantas pessoas, ultimamente tenho a sensação de que estão a aumentar, que parecem andar neste mundo por ver andar os outros, ou pior, andam de uma forma tão estranha e tão pessoal, que mais ninguém parece ter importância. Será que acham, mesmo, que só têm a receber e que nada lhes será pedido?

Por vezes apetece-me desistir e apenas ignorar que existem, porque não está escrito em lado nenhum, que estou aqui para lhes ensinar o que lhes cabe por direito. ou caberia se quisessem ter um bocadinho de trabalho que fosse.

Eu esforço-me, juro que sim, por tentar entender que não somos todos iguais e que uns serão sempre os machos alfa, enquanto que a restante "matilha" apenas os seguirá, mas mesmo assim não me consigo animar, porque n…